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Sede da Anvisa (Foto: divulgação)

Anvisa proíbe medicamentos e chá vendidos ilegalmente

Chá e medicamentos não possuíam registro no órgão e são considerados clandestinos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, na quarta-feira (10), a proibição da fabricação e utilização de uma marca de chá e de medicamentos que não possuíam registro no órgão e são considerados clandestinos.

Conforme a Anvisa, a primeira proibição é contra os produtos da empresa Eduardo Aparecido de Moraes, com DHEA, Melatonina, 5-HTP e Tribulus terrestris. A empresa não possui autorização de funcionamento e os produtos não têm registro ou notificação na Anvisa, os caracterizando como clandestinos.

Outra proibição é contra o Laboratório Yaten Ltda. ME e atinge produtos em cápsulas que estavam sendo comercializados como medicamentos, mas sem qualquer tipo de registrou na Agência.

Estão incluídos na proibição os medicamentos Alcachofra, Cáscara Sagrada, Castanha da Índia, Espinheira Santa, Cavalinha, Centelha Asiática, Ginkgo Biloba, Ginseng, Guaraná, Isoflavona de Soja, Marapuama, Maracujá, Sene e Unha de Gato do Laboratório Yaten.

A terceira proibição se refere ao Chá Amargo Topatudo fabricado por uma pessoa física e desenvolvido e engarrafado pela Delegacia Sindical dos Artesões de Aquidauana.

Segundo a Ancisa, apesar da produção de produtos e alimentos típicos regionais não depender da aprovação do órgão, quando existe alegação medicinal ou terapêutica é necessária a aprovação da Anvisa.

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