Após ataque com explosões e reféns em JP, leitores do Portal criticam falta de segurança

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A ação de criminosos ocorrida na madrugada deste sábado (23) no bairro do Bessa, em João Pessoa, impulsionou discussões a respeito de políticas de segurança pública e atuação da polícia. No Facebook, leitores do Portal Correio lamentaram os recorrentes casos de violência registrados no estado.

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“Eu só queria saber onde é que a polícia local se encontrava nesse momento, que fez com que esses bandidos tomassem conta das ruas do Bessa dessa forma. É um descaso com a população. Tiro pra todo lado e pessoas reféns desses marginais, onde vamos parar! Isso só mostra que não estamos bem representados!! Revoltante”, lamentou uma internauta.

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“Absurdo. Sei que não é responsabilidade do Estado fazer a segurança dos bancos, mas me pergunto: E a dos cidadãos que foram expostos a bala e armamento pesado? Isso é resultado da nossa atual política de segurança ou insegurança pública! O lema adotado é fazer mais com menos! Deve ser mais violência e menos policiais na rua! Na Polícia Militar da Paraíba o desfalque já chega a quase 10 mil homens!”, completou outra leitora do Portal Correio.

Mais usuários da rede social criticaram a demora da polícia em chegar no local do crime. Uma internauta escreveu que “a atuação da polícia deixa a desejar, facilitando a ação de bandidos”, enquanto outro leitor considerou que “a polícia está desprovida de armamento e munição, ao passo que criminosos usam fuzis e disparam sem pena”.

Representantes de órgãos e instituições ligadas à segurança ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.  O Portal Correio tentou contato com o secretário de Segurança Pública do Estado, Cláudio Lima; o comandante do Disp Manaíra (unidade responsável pelo policiamento no Bessa), capitão Antônio Filho; o assessor de comunicação da Polícia Militar, major Cristovão Lucas; e a Polícia Federal, que conduzirá as investigações, mas nenhuma das ligações foi atendida. No local onde ocorreu o crime, policiais evitaram falar com a imprensa.

Veja mais informações sobre o caso na reportagem da TV Correio:

 

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