Cagepa diz que Campina tem água até 2017 e não há risco de contaminação; veja vídeo

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O presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) Marcus Vinícius Neves disse nesta segunda-feira (18) que Campina Grande não deverá sofrer colapso até 2017 e que a água fornecida na cidade não está contaminada. Ele esteve no Correio Debate da Rede Correio Sat, onde explicou ainda que Campina não sofreu redução no abastecimento por conta do novo esquema de racionamento mais rigoroso. Ele também conversou com o Portal Correio, veja vídeo abaixo.

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Vinícius afirmou que a alteração no racionamento da cidade se deu por necessidades de ajustes técnicos na captação da água, que agora passa a ser somente pelo sistema flutuante.

Conforme dados da Agência Executiva de Gestão da Águas (Aesa), o açude Epitácio Pessoa, que fica na cidade de Boqueirão, na região de Campina, e abastece o município, tem 8,2% da capacidade, o que representa 33,8 milhões de metros cúbicos.

Segundo o presidente da Cagepa, até 28 de janeiro de 2017, o açude de Boqueirão deverá chegar aos 20 milhões de metros cúbicos, se não houver fortes chuvas que permitam ganho de água no reservatório até esse prazo. Chegando a essa data sem chuvas, Marcus Vinícius explicou que será feito um novo planejamento para que a cidade suporte a espera até a vinda da água do São Francisco.

Marcus Vinícius garantiu que a água de Boqueirão não está contaminada, fez alerta para que a população use-a de forma consciente e pediu ajuda aos consumidores para combater as fraudes.

Veja a entrevista dele ao Portal Correio.

No Correio Debate, o presidente da Cagepa falou ainda que, para manter o funcionamento do parque industrial de Campina Grande, a Cagepa e as empresas estão trabalhando para aplicar técnicas de reuso de água.

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A cidade começou nesta segunda-feira um novo esquema de racionamento mais rigoroso e que a dividiu em duas zonas, que incluem bairros e distritos, além de algumas cidades da região.

Conforme Marcus Vinícius, somente em setembro de 2017 que Campina Grande corre o risco de ficar totalmente sem água, o que é esperado que não ocorra tanto pelas medidas adotadas para racionamento, quanto pela expectativa de chuvas, que poderão ocorrer até lá, ou pela conclusão definitiva da transposição do São Francisco, que deverá acontecer até junho do mesmo ano.

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