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Política

Carros Uber são atacados em JP e motoristas dizem que estão evitando bairros perigosos

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Pelo menos três motoristas Uber tiveram o para-brisas dos veículos quebrados, entre o sábado (11) e o domingo (12), em crimes registrados nas proximidades do Terminal Rodoviário de João Pessoa. De acordo com o presidente da Associação dos Motoristas de Transporte Privado, Paulo Queiroz, as três ocorrências apresentam características semelhantes: após pegar ou deixar um passageiro no terminal o motorista tem o vidro do carro atingido por uma esfera de ferro.

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Segundo ele, o primeiro caso aconteceu no sábado (11) à tarde. Ainda no sábado, no período da noite, outro motorista também teria sido alvo da ação ao deixar a rodoviária para uma corrida com um passageiro. 

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Um dos casos foi registrado em um boletim de ocorrência, na Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel. Já na noite de domingo (12), mais um caso foi registrado também nas proximidades da rodoviária.

Paulo disse que o objetivo da iniciativa é alertar a polícia a intensificar rondas para inibir que os incidentes voltem a acontecer. “Esperamos que a polícia se torne mais presente na área, pois não só os motoristas que estão correndo riscos, mas também os passageiros, que nada têm a ver com isso”, disse.

De acordo com João Henrique, que também atua como parceiro do serviço, muitos motoristas do Uber já estão se recusando a fazer corrida para determinados bairros da periferia onde os índices de violência são maiores.

Ele também cobrou providências da polícia e disse esperar que a situação seja resolvida para que os trabalhadores do Uber possam desempenhar a atividade sem problemas.

O 1º Batalhão da Polícia Militar informou em nota ao Portal Correio que não tem registro dos casos, mas mantém o reforço na segurança na área.

“Não temos registros relativos a estas situações específicas. A Polícia Militar continua realizando seu trabalho ostensivo e preventivo, através do policiamento nos Quadrantes de Polícia Preventiva (QPPs), e pode ser acionada em situações relativas a agressões de qualquer natureza através do 190. Possíveis investigações sobre tais circunstâncias seriam de competência da policia judiciária, no caso a polícia civil, quando acionada”, disse a PM em nota.

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