Caso de polícia em Espírito Santo

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A campanha no interior da Paraíba já é caso de polícia. Após chamar o prefeito de Cruz do Espírito Santo, Pedro Gomes Pereira, conhecido como Pedrito (PSD), de “incompetente, irresponsável, despreparado e passador de cheque sem fundos”, o pré-candidato a prefeito pelo PMDB, Marlyson Costa, foi chamado pela Polícia para se explicar. É que o prefeito prestou queixa contra o adversário na Delegacia da cidade e o está processando por crime de calúnia e difamação.

Advogado, o pré-candidato disse que repetiu ao delegado tudo o que disse em relação ao prefeito, de quem foi chefe de gabinete e conhece em detalhe tudo o que acontece na gestão. Ex-vereador, Marlyson Costa disse que resolveu enfrentar o prefeito nas eleições de outubro porque o município, segundo ele, está “completamente abandonado”.

Marlyson disse que “Pedrito é a maior decepção da história do município e está com três meses de salários atrasados, não construiu uma obra sequer, abandonou os postos de saúde e levou revolta à população”.

Para provar as acusações contra o prefeito, o próprio Marlyson Costa tem dado uma de repórter. Ele percorre as comunidades carentes, filma a situação precária em que as pessoas vivem, entrevista moradores revoltados e ouve as reclamações, que não são poucas. Depois, ele manda editar os vídeos e publica no Facebook. Ele já mandou editar 19 vídeos e disponibilizou quatro na rede social.

Em um dos vídeos, uma mulher que mora na Rua João Úrsulo, diz que a cidade não tem médico e que os postos de saúde não têm, sequer, dipirona, medicamento para dores. Outro vídeo mostra um homem em condições mais do que precárias, em um barraco de lona, com divisória de pano, na Rua da Lavanderia, no Conjunto Francisco Cunha.

Em, outro vídeo, Marlyson Costa se dirige diretamente ao prefeito: “Veja este vídeo, prefeito e se sensibilize. Pare de gastar com bobagens, pague o 13º salário dos servidores, atualize os salários que estão três meses atrasados”. O prefeito Pedrito nega todas as acusações de Marlyson Costa. Tanto que foi às barras da Polícia e da Justiça contra o peemedebista. (Adelson Barbosa dos Santos)

Torpedo

Infelizmente, a cidade de Cabedelo, que deveria ser a mais próspera da Paraíba, enfrenta o atraso por falta de uma gestão que faça a inclusão e dê empoderamento à sua população.

Da vereador Fernando Sobrinho, pré-candidato a prefeito pelo DEM, com apoio do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Contra Olenka 1

O deputado federal Benjamin Maranhão trabalha contra a irmã, a deputada estadual Olenka Maranhão (PMDB), ao colocar o seu partido, o SD, contra a candidatura de Nabor Wanderley a prefeito de Patos pelo PMDB.

Contra Olenka 2

Suplente, Olenka tem chance de ser efetivada no mandato se Nabor for eleito. Mas, em vez de apoiar Nabor, Benjamin entregou o SD ao esquema do deputado Dinaldinho Wanderley, candidato em Patos pelo PSDB.

Não pagou bem

O fato de Benjamin entregar o SD de Patos a Múcio Filho, aliado de Dinaldinho, não repercutiu bem na sua própria família, nem na cidade de Araruna, principal reduto dos irmãos e do senador Maranhão (tio dos dopis), que apoia Nabor.

Itatuba paga 13º

A Diferentemente da maioria dos gestores e contrariando os seus adversários, o prefeito do município de Itatuba, Aron Renê (PSB), pagou ontem a metade do 13º salário dos servidores municipais. Foi o único da região a pagar.

Zigue-Zague

O deputado estadual Frei Anastácio (PT) manifestou preocupação com o futuro do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera).

Segundo ele, as famílias de agricultores da Paraíba esperam que o governo federal dê continuidade ao programa que leva educação à zona rural em todo o Brasil.

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