Cássio apoia recurso no STF contra direitos políticos de Dilma: “É inaceitável”

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Líder do PSDB, o senador Cássio Cunha Lima, considerou como “algo inaceitável” o fatiamento d votação do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) pelo Senado Federal. Em sua página no Facebook, Cássio demonstrou apoio irrestrito à decisão do seu partido em ir ao Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão que manteve os direitos políticos de Dilma.

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“A presidente Dilma está afastada do cargo, mas habilitada não apenas para disputar a eleição de 2018 – vai começar a fazer campanha a partir de amanhã. Ou seja, o princípio constitucional da preservação do setor público, da ação preventiva, foi rasgado por um terço dos senadores. O Senado, na votação de um destaque, mudou a Constituição Federal. É algo inaceitável.”, comentou o senador em sua postagem.

PMDB, PSDB, DEM e PPS anunciaram que vão ingressar com ação contra manutenção dos direitos políticos de Dilma.

Dos três senadores paraibanos, apenas Raimundo Lira (PMDB), que presidiu a Comissão Especial do Impeachment no Senado votou pela manutenção dos direitos políticos da ex-presidente. Raimundo Lira afirma que processo de impeachment foi “limpo e transparente”.

Presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, José Maranhão, criticou duramente a decisão tmada em plenário. Para ele, foi “um absurdo” cassar o mandato da presidente e, ao mesmo tempo, deixa-la habilitada para disputar as próximas eleições.

Em decisão histórica, o Senado Federal cassou nessa quarta-feira (31) o mandato da presidente petista. Depois de quase nove meses desde a denúncia à Câmara dos Deputados,  o processo de impeachment chegou ao fim com o placar de  61 votos a favor e 20 contra. Dilma foi a primeira mulher a ser eleita presidente no país, com 54,5 milhões de votos.

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