Clínica nega irregularidades e pede que interdição seja suspensa, em João Pessoa

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Uma das duas clínicas odontológicas interditadas nessa terça-feira (13), em João Pessoa, durante operação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), solicitou reabertura. Em contato com o Portal Correio, o proprietário do Núcleo de Estudos e Aperfeiçoamento Odontológico (Neao), Rinaldo Moreira, considerou inverídicas as denúncias de uso de material vencido e afirmou ter regularizado os problemas.


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De acordo com Rinaldo Moreira, os produtos vencidos não eram de responsabilidade da clínica-escola, mas de alunos que já haviam deixado de estudar no local, mas que tinham deixado os materiais em armários inutilizados.


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“Temos quase 250 alunos, realizamos atendimentos a população e diversas ações beneficentes, apenas com uso de materiais qualificados. Não existe, em hipótese alguma, a chance de uso de materiais vencidos. Cada aluno tem seu próprio armário e eles compram os materiais usados por eles. O que aconteceu foi que alunos antigos deixaram os materiais em armários inutilizados”, contou o proprietário.

Além disso, o empresário rebateu a denúncia de sonegação fiscal, apontada pelo Fisco. Porém, Rinaldo Moreira reconheceu que o prédio estava com problemas apontados pelo Corpo de Bombeiros e afirmou que irá pedir retratação ao Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon).

“O que concordo são os problemas apontados pelos bombeiros, mas já os resolvemos comprando extintores, placas luminosas e indicativas de emergência. Solicitamos com a Vigilância Sanitária uma liminar para reabrir a clínica-escola a partir de sexta-feira. Também iremos pedir retratação do Ministério Público, pois, além dos problemas apontados pelos bombeiros, consideramos as outras denúncias inverídicas e que mancharam o nome da nossa instituição”, concluiu Rinaldo Moreira.

Além do Neao, a operação da Anvisa, do MP-Procon, Gerência de Vigilância Sanitária de João Pessoa (GVS), Corpo de Bombeiros, Fisco, Conselho Regional de Odontologia, Polícia Civil e Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Paraíba (OAB-PB) também interditou o Centro Paraibano de Reabilitação Oral (Cenpro).

O Portal Correio tentou contato telefônico com o Cenpro para saber um posicionamento da empresa sobre a operação, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta matéria.

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