Condenado a 38 anos de prisão e porteiro participaram da morte de empresário em JP

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Inquérito encerrado. Essa é a informação da Polícia Civil da Paraíba durante entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (19), ao divulgar a prisão de mais dois envolvidos no latrocínio (roubo seguido de morte) do empresário Marcone Morais. O crime aconteceu na porta de um banco no bairro Bessa, na Capital, no dia 11 de julho. Ao todo seis pessoas foram presas e o crime elucidado em oito dias.    

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De acordo com o delegado João Paulo Amazonas, da Delegacia de Roubos e Furtos de João Pessoa, o foragido da justiça Severino Clementino da Silva, 43 anos, e um porteiro de 38 anos, foram presos nessa segunda (18), nos bairros São José e Cabo Branco, respectivamente.

“Identificamos os dois como sendo as pessoas que estavam dentro do veículo na hora do crime. Pedimos mandados de prisão à justiça após o deferimento, começamos a monitorá-los. Nessa segunda, conseguimos prender Severino quando ele chegava no bairro São José para pegar uma moto para fugir. No bairro, a gente conseguiu apreender uma espingarda calibre 12 e um colete balístico de uma empresa de segurança”, falou o policial.

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Segundo o delegado, Severino Clementino, já cumpriu pena de 23 anos dos 38 anos por latrocínio, roubo majorado e associação criminosa, mas estava foragido do regime semiaberto há 4 meses. “O foragido levou nossa equipe até o bairro do Poço, em Cabedelo, onde encontramos um revólver calibre 38, uma pistola e drogas. Ele estava escondido na casa desde o dia do crime. Severino é considerado uma pessoa de alta periculosidade”, comentou.

Amazonas disse ainda que o porteiro de um condomínio de luxo foi preso quando chegava para trabalhar. “O porteiro, que também fazia a segurança do prédio de alto padrão, foi monitorado pelas redes sociais e conseguimos localizar onde ele trabalhava. Fizemos uma campana e o prendemos na entrada do trabalho”, falou o delegado.

Os dois presos confirmaram participação no crime do empresário. Eles vão responder poder por latrocínio e associação criminosa. Severino Clementino vai também responder por tráfico de drogas e crime da Lei das Armas.

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