Educador financeiro orienta como jovens desempregados podem organizar finanças

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Segundo levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Avançada (Ipea), a taxa de desemprego entre brasileiros com 25 e 59 anos aumentou de 6,69% para 7,91%. Entre os jovens, um a cada quatro com menos de 25 anos está desempregado. Por isso, é imprescindível falar sobre como devemos deve agir, caso essa realidade nos atinja.

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Sobre os jovens, é importante que eles entendam que, com educação financeira, ele poderá curtir bons momentos e projetar um futuro de independência financeira, ao mesmo tempo. Muitos pensam que vão ter que abrir mão de viver o presente para ter um amanhã próspero, o que os impede de sequer buscar conhecimento sobre o assunto.

Em um momento de crise, um dos preceitos é não se endividar. É preciso aprender a passar de maneira saudável e consciente por esse estágio da vida de mudanças e descobertas, de agito na vida social, de consumo exagerado, do dilema da escolha de uma profissão e do ingresso no mercado de trabalho.

Há muitas circunstâncias em que o jovem se depara com a inexperiência de administrar o seu dinheiro. Alguns já se endividam desde o primeiro salário, por pura falta de orientação sobre como lidar com dinheiro, cartão de crédito, cheque, limite do especial, crediário, entre outros, e é isso que se deve combater com educação financeira, seja por meio da leitura de livros e artigos sobre o assunto ou até mesmo cursos e palestras.

Aos que se encontram na situação de desempregado, desenvolvi algumas orientações práticas:

Analise sua realidade e diminua gastos – é fundamental que tenha total domínio de seus números nesse momento. Também deverá fazer um levantamento de todos os gastos mensais, minuciosamente, TV a cabo, celular, baladas e idas a restaurantes, dentre outros gastos, para que possam ser repensados, priorizando o que é realmente fundamental nesse período.

Não saia pagando dívidas – caso perca o emprego, qual deve ser a primeira ação? Se estiver endividado, por mais que pareça correto querer quitá-las com o dinheiro do fundo de garantia, isso pode ser um erro, pois, se usar grande parte deste dinheiro, estará sob o risco de ficar sem receita para cobrir gastos à frente. Melhor se planejar com calma em relação a esses valores antes de qualquer medida.

Congele ferramentas de crédito – cartões de crédito, cheque especial, cartão de lojas e outras ferramentas de crédito fácil devem ser prioritariamente esquecidas de sua vida; evite mesmo em caso de emergência, pois, caso não consiga pagar esses valores, os juros serão exorbitantes, criando um caminho de difícil volta.

Negocie as dívidas – ainda falando de humildade, chegou a hora de buscar os credores e ser o mais franco possível, mostrar que não quer se tornar inadimplente, mas que também não possui condições de pagamento, buscando assim diminuir os juros e esticar os débitos. Lembrando sempre de priorizar dívidas com juros mais altos e com bens de valor como garantia.

Busque renda extra – com freelas ou mesmo oportunidades que não seja em sua área de atuação, busque fontes alternativas de ganhos. Chegou a hora de deixar o orgulho de lado e buscar garantir um mínimo de renda.

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