Escola Especial de M?sica inscreve novos alunos em fevereiro, na Capital

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A Escola Especial de Música Juarez Johnson realiza, nos dias 2 e 4 de fevereiro, as matrículas para o primeiro semestre letivo de 2016. Na terça-feira (2), as inscrições são para alunos antigos e na quinta-feira (4), para novatos. Serão oferecidas vagas nas modalidades musicalização infantil (bebês a partir de 1 ano de idade) e instrumentos como piano, violino e violoncelo para crianças com idade a partir de 10 anos. A taxa semestral custa R$ 100 e o atendimento para interessados em se inscrever é feito das 8h às 11h e das 14h às 17h, na própria escola que funciona no Espaço Cultural José Lins do Rego, acesso pela rampa 2, na Capital.

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Atualmente com mais de 30 alunos regulares, a EEMJJ é referência no desenvolvimento de atividades artístico-culturais e atendimento a pessoas com necessidades especiais pela abordagem individual que adota. O público são crianças com idade a partir de um ano e jovens que possuam ocorrências como síndrome de down, paralisia cerebral, autismo, paraplegia, deficiência visual, hidrocefalia, nanismo, mutismo, mielomeningocele, elefantíase, síndrome de Asperger e síndrome de William.

De acordo com o diretor da unidade cultural, Leonnardo Limongi, não há um limite de idade para participar das atividades. A principal estratégia de atuação da Escola Especial de Música Juarez Johnson é desenvolver, socializar, harmonizar, interagir as crianças com a  sociedade. Por meio da educação musical, elas desenvolvem aptidões para a arte, o que contribui para melhoria do ensino e aprendizagem.

Sobre a escola

Equipamento da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) a unidade caracteriza-se por seu pioneirismo. É a primeira escola especial de música do Brasil voltada exclusivamente para alunos com necessidades especiais. A unidade tem como objetivo a atenção integral e o atendimento humanizado à pessoa com deficiência por meio do ensino da música.

O projeto tem contribuído para a inclusão social de crianças e adolescentes. Todos encontram, através da convivência com uma equipe capacitada, a chance de superar obstáculos. Além dos professores de música, a equipe conta com psicólogo, fisioterapeuta e enfermeira para dar acompanhamento aos alunos.

O projeto da EEMJJ foi idealizado pelo ex-gestor da Fundação, Maurício Burity e pela então coordenadora da unidade, Patrícia Johnson, filha do violoncelista Juarez Johnson, patrono da escola, que  integrou a Orquestra Sinfônica da Paraíba e dirigiu o Teatro Santa Roza.

Método

Cada criança assiste a duas aulas por semana com atendimento individual ou em grupo, dependendo da avaliação do professor responsável. O método permite que o professor conheça as dificuldades e aptidões do aluno,  e assim  possa desenvolver um trabalho que aproveite, da melhor forma possível, as potencialidades  da criança, aguçando os estímulos através de analogias com cores e números, e alcançando um resultado promissor em um menor espaço de tempo. Neste processo, o acompanhamento dos pais dando continuidade ao trabalho é de fundamental importância no progresso da criança.

O conteúdo das aulas varia de acordo com o ritmo e percepção do aluno. Alguns têm contato com a teoria musical, mas o foco das aulas se concentra na prática, na realização da música. Além da música, os estudantes têm contato com outras linguagens artísticas como pintura e teatro, permitindo outras formas de expressão e comunicação.

O corpo docente é formado por cinco músicos que ensinam piano, violino e violoncelo. A equipe conta também com o suporte de profissionais especializados como o psicólogo, terapeuta ocupacional, enfermeiro e fonoaudiólogo.

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