Esquenta na OAB

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Ainda está um tanto distante e os registros só serão processados em setembro, portanto, ainda estamos na fase do prenúncio de supostas postulações, mas nos bastidores a disputa pela sucessão do advogado Odon Bezerra já ferve e ganha corpo na Ordem dos Advogados da Paraíba.

Definidas, por enquanto, duas pré-candidaturas. Do atual grupo no poder na Ordem, o advogado Carlos Frederico Nóbrega Farias se articula para herdar o espólio de Odon, mas quer ampliar atraindo forças da oposição, como segmentos que historicamente acompanharam Caius Marcellus, por exemplo.

Bem relacionado, Farias tem a simpatia de muitos grandes e poderosos escritórios, com tamanho e votos de fazer inveja. Precisa, entretanto, construir uma candidatura que não se impõe somente pela mega estrutura e favoritismo. A formação de um conceito mais abrangente é um desafio.

Da oposição, o advogado Paulo Maia é quem mais se mostra num caminho de aparente e irreversível consolidação. É desse bloco anti-Odon quem mais carrega expectativa de poder, um ingrediente importante e catalisador para quem figura no campo oposicionista.

Advogados consultados pela Coluna elogiam seu perfil: é um advogado militante, sem grandes aparatos, e dono de indiscutível trânsito acadêmico com os jovens advogados, vide sua respeitada atividade como professor de Direito. Aos poucos, seu nome vai ganhando espaço.

Correndo por fora, outro Carlos, o Fábio Ismael. Ele se mantém no páreo, pregando mudanças na Ordem e cobrando do atual comando posturas mais altivas e menos subservientes. Hermano Gadelha, candidato na eleição passada, também não saiu da corrida e sustenta discurso de renovação. Respeitados os demais nomes, a eleição caminha para a polarização; Carlos Frederico e Paulo Maia devem protagonizá-la.

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