Estado corre para porto de PE n?o ‘engolir’ Cabedelo; gasolina ficaria mais cara

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Autoridades do Porto de Cabedelo e do Estado da Paraíba se reuniram nesta sexta-feira (28) para discutir sobre a situação do terminal caso haja alteração na disponibilidade de produtos derivados do petróleo. O risco existe e já foi abordado pelo Portal Correio, em matérias sobre a situação da tancagem e da cabotagem de combustíveis, que poderão se concentrar em Pernambuco em até cinco anos.

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Nessa reunião, ficou definido um plano de trabalho com diversas atividades no sentido de encontrar a melhor solução econômica e logística na distribuição dos produtos para o consumidor final do Estado da Paraíba e região.

A vice-presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo teme pela alteração e adverte para o risco de alta no custo dos combustíveis para a Paraíba.

“Caso isso ocorra, o suprimento de combustíveis do Estado da Paraíba passará a ser via rodoviário, acrescendo uma movimentação por dia de cerca de 300 caminhões tanques nas estradas que ligam Pernambuco aos Estados vizinhos, o que aumentará o custo dos combustíveis em cerca de R$0,10 por litro e consequente aumento da inflação, além do aumento no tempo de entrega dos produtos nos mais de 800 postos de combustíveis em 24 horas, em razão da falta de infraestrutura rodoviária, fiscalização das barreiras fiscais e da demora de carregamento em Suape/PE, gerando um colapso logístico imensurável para toda a cadeia de distribuição de combustíveis”, explicou.

O encontro ocorreu na sede da Companhia Docas, em Cabedelo, e contou com as presença do secretário executivo de Desenvolvimento Econômico, Wilbur Holmes Jácome; vice-presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo; do secretário da Indústria, Comércio e Portos de Cabedelo, Hugo Braga; do presidente do Sindipetro, Omar Hammad Filho; do gerente executivo dos Terminais de Combustíveis de Cabedelo, Sebastião Azevedo; e do presidente do Sindalcool, Edmundo Barbosa.

Nos próximos dias, serão agendadas novas reuniões com a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e com a presidência da Petrobrás no Rio de Janeiro, momento em que serão apresentadas as alternativas que estão sendo elaboradas pela Comissão.

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