Estudante da PB diz que hacker invadiu sua conta no Sisu e mudou curso; MEC nega

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Após denúncias veiculadas na imprensa de que candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) tiveram seus cadastros hackeados e inscrições modificadas, o Ministério da Educação disse nesta terça-feira (31) que não há registros de acesso indevido às informações dos estudantes que configure incidente de segurança.

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Segundo o Correio
Online
, a estudante de João Pessoa Tereza
Gayoso, de 23 anos, é uma das estudantes que se sentiram prejudicadas. Ela teve nota máxima na redação do Enem (mil
pontos) e pretendia cursar Medicina. Quando foi checar sua classificação no
Sisu, descobriu que tinha sido matriculada no curso de Produção de Cachaça, no
Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, em Salinas. “Eu não consigo
acreditar que fizeram essa ruindade comigo”, disse Tereza.

Ela não foi a única vítima. Outro estudante que preferiu não se identificar foi matriculado no curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Acre. “Acho triste eu precisar me preocupar com minha segurança em um site do governo”, disse.

O MEC, no entanto, informou que não há registro de inscrição em nenhum curso, nem alteração posterior. “Casos individuais que forem identificados e informados ao MEC, como suposta mudança indevida de senha e violação de dados, serão remetidos para investigação da Polícia Federal. Nos dois casos citados pela imprensa, o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira] já identificou no sistema data, hora, local, operadora e IP de onde partiram as mudanças de senha. Os dados serão encaminhados para a Polícia Federal”, disse o ministério, em nota.

De acordo com o MEC, todas as ações feitas no sistema são gravadas em log (registro de eventos em um sistema de computação), de forma a possibilitar uma auditoria completa da conta.

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