Ex-jogador do Treze é preso suspeito de ajudar grupo que explodia bancos na PB

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O meia Fabiano Nogueira de Lourenço, conhecido no futebol como Fabiano Buchecha, 30 anos, que atuou no Treze este ano, foi preso preventivamente, na manhã desta sexta-feira (26), suspeito de participação em uma quadrilha que atuava com assaltos, tráfico de drogas e explosões a agências bancárias e dos Correios. A prisão do atleta foi feita pela polícia de São Paulo, quando o jogador treinava na Portuguesa. Além dele, outros nove mandados de prisão também foram cumpridos.


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A prisão de Fabiano Buchecha faz parte da Operação Extremus, desencadeada pela Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil em Campina Grande. Dos dez mandados de prisão, sete foram cumpridos contra detentos de presídios em Campina, dois foram cumpridos nos bairros da Palmeira e Santo Antônio e um contra  jogador.

Durante as buscas realizadas nas casas dos dois suspeitos presos em Campina Grande, os policiais civis apreenderam coletes a prova de balas, balança de precisão, arma de fogo, munições com calibres de uso restrito da policia, computadores usados para monitorar circuitos de câmeras de segurança e também fardas de uma empresa de vigilância patrimonial e escolta armada. 

De acordo com o delegado Cristiano Santana, da Delegacia de Roubos, o jogador não participava dos assaltos e explosões, mas atuava como olheiro da quadrilha, fazendo levantamento de como funcionavam as agências e como era a segurança nos municípios onde os crimes iriam acontecer.

“É uma investigação que estamos fazendo há cinco meses. Tudo começou quando houve uma tentativa de explosão a agência dos Correios de Areial. O crime foi frustrado pelas polícias Federal e Militar, que prenderam suspeitos. Durante a investigação conseguimos identificar outros membros da quadrilha, inclusive o jogador”, contou o delegado.

Ainda segundo o delegado, o jogador vai seguir em prisão preventiva sendo cumprida em São Paulo, mas a intenção da Polícia Civil paraibana é tentar trazê-lo para Campina Grande para que as investigações sejam aprofundadas.

“Nossa intenção é trazer o jogador para cá para que possamos ouvir ele e os outros suspeitos, tendo mais material para aprofundar a investigação e tentar identificar outros membros dessa organização”, concluiu o delegado.

Matéria atualizada às 17h40 a partir de novas informações da Polícia Civil.

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