Internautas postam fotos que seriam do HULW de JP em situa??es prec?rias; hospital nega

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Internautas estão usando as redes sociais para postar fotos que seriam do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), em João Pessoa. Pelas imagens, o local estaria em situação precária. A administração do HULW nega que haja algum dos problemas relatados nas imagens e os órgãos de fiscalização informaram que não receberam denúncias formais. Veja abaixo as fotos.

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Os internautas culpam a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que estaria negligenciando a administração do HULW. Segundo as denúncias, o hospital estaria com equipamentos sucateados, falta de medicamentos, jornadas de trabalho abusivas e problemas no atendimento aos pacientes.

A Ebserh recebeu as imagens e informou que vai averiguar a veracidade das denúncias, mas não deu mais detalhes.

O assessor de impressa do HU disse que algumas destas fotos podem ser antigas, de antes da última reforma feita no local. Segundo a assessoria de comunicação, a próxima grande reforma do hospital deve ocorrer em todo o quinto andar do prédio.

Ele considerou a denúncia vazia, sem fundamentos, com imagens muito fechadas (não ampliadas) e que podem não ter sido feitas no prédio. Ele ressaltou que o hospital adquiriu aparelhos novos e adiantou ainda que, mesmo com a greve na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o atendimento não foi prejudicado.

O Conselho Estadual de Saúde da Paraíba disse que não recebeu denúncias de que haveria irregularidades no HULW e ainda atribuiu a responsabilidade da fiscalização no hospital ao Conselho Municipal de Saúde de João Pessoa. Por sua vez, a Secretaria Municipal de Saúde relatou que não faz essa fiscalização por se tratar de uma instituição federal.

O presidente do Conselho de Enfermagem da Paraíba (Coren-PB), Ronaldo Bezerra, falou que o órgão não recebeu nenhuma denúncia sobre problemas no HULW. “Recentemente não recebi nenhuma denúncia do Hospital Universitário. Quando recebemos, é feita uma fiscalização, mas até agora não há nada”, concluiu.

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