João Pessoa apresenta baixo índice de infestação do Aedes aegypti

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A Gerência de Vigilância Ambiental e Zoonoses (Gvaz) de João Pessoa divulgou, nesta quarta-feira (17), o resultado do segundo Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2017. De acordo com o LIRAa, o Índice de Infestação Predial (IIP) na Capital é de 0,9%. Ou seja, a cada 100 imóveis, menos de um apresenta risco de reprodução do mosquito.

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O estudo aponta as áreas com maior risco para presença de focos e reprodução do Aedes aegypti no município. O resultado do levantamento indica, mais uma vez, que João Pessoa está com baixo risco para a reprodução do mosquito, com índice abaixo de 1%. A pesquisa aconteceu no período de 24 de abril até 03 de maio e foi o segundo de quatro levantamentos realizados anualmente.

Para a realização do LIRAa são pesquisadas 29 áreas, dessas apenas uma é considerada de alto risco, com IIP igual ou maior que 4%. A área compreende os bairros das Indústrias, Jardim Veneza e Mumbaba. Oito áreas apresentaram IIP igual ou maior que 1%, sendo consideradas de médio risco. São elas: Cruz das Armas, Oitizeiro, Alto do Mateus, Paratibe/Mussumagro, Gramame, Mangabeira, Cabo Branco e Penha.

De acordo com o gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Nilton Guedes, o resultado está dentro do esperado para o este período do ano. “Tivemos um bom resultado, pois, devido às chuvas, este é um período mais propício à reprodução do mosquito. Mesmo assim conseguimos manter o índice baixo e isso se deve tanto ao trabalho dos agentes ambientais quando à participação da população”, afirmou.

Além de apontar as áreas com maior incidência do Aedes aegypti, a pesquisa identifica quais os tipos de depósitos são predominantes como criadouros do mosquito. Conforme o levantamento, as áreas onde aconteceram maior índice de infestação predominam os descartáveis e depósitos de armazenamento de água para consumo humano, a exemplo de tambores, tanques e latas.

Com o resultado do LIRAa, a Gvaz vai intensificar as ações educativas e preventivas nas áreas em que apresentaram alto e médio risco de infestação do mosquito. “A população tem colaborado, mas não pode se descuidar, especialmente em períodos mais chuvosos, por isso é importante seguir com as ações educativas nos bairros”, disse Nilton Guedes.

Serviço

A população também pode ajudar no combate ao Aedes aegypti denunciando possíveis focos do mosquito através dos telefones: 0800-282-7959 e 3214-5718, ou ainda pelo e-mail coessmsjp@gmail.com.

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