João Pessoa e Campina têm protestos por casos de agente de trânsito e de delegado

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Após a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) adiar o julgamento do habeas corpus de Rodolpho Gonçalves Carlos da Silva, acusado de matar o agente de trânsito Diogo Nascimento em uma blitz da Lei Seca, em João Pessoa, familiares e amigos realizam um protesto para cobrar o fim da impunidade no caso. Campina Grande também tem manifestações no caso do delegado Leonardo Machado da Costa Souza.

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O ato aconteceu em frente ao Tribunal de Justiça da Paraíba, no Centro da Capital. O julgamento do habeas corpus em desfavor de Rodolpho Carlos não ocorreu nesta terça-feira (7) e TJPB alegou que o caso deve voltar para o Tribunal.

Protesto em JP

Foto: Protesto em JP
Créditos: Katiana Ramos/Jornal Correio da Paraíba

Já protesto em Campina Grande aconteceu no fórum Afonso Campos. Delegados da Polícia Civil foram clamar por justiça no caso da tentativa de homicídio do delegado do Grupo Tático Especial da Polícia Civil da Paraíba, Leonardo Machado da Costa Souza. O julgamento do acusado, o comerciante e ex-vereador de Uiraúna está acontecendo nesta terça-feira (7). Veja mais detalhes no Correio Online.

Protesto em CG

Foto: Protesto em CG
Créditos: Wênia Bandeira/Jornal Correio da Paraíba

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Caso Diogo

Diogo Nascimento foi atropelado na madrugada do dia 21 de janeiro quando trabalhava em uma operação da Lei Seca. O suspeito de atropelá-lo, Rodolpho Gonçalves Carlos da Silva, teria desobedecido ordem de parada e avançado um veículo Porsche sobre o agente. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, mas morreu no dia seguinte.

A Justiça pediu que Rodolpho Carlos da Silva fosse preso, mas o desembargador Joás de Brito concedeu habeas corpus na madrugada do dia 22 de janeiro, antes mesmo do suspeito ser detido. 

Em averiguações, o carro de Rodolpho Carlos foi apreendido. Durante a semana que se sucedeu ao atropelamento, a Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba formularam novos pedidos de prisão de Rodolpho Carlos.

A defesa do acusado alega que ele está colaborando com as investigações, entregou Carteira de Habilitação e o passaporte e que não há impunidade porque todos os requisitos legais de ampla defesa e direito ao contraditório vêm sendo cumpridos.

Caso do delegado

O crime aconteceu no dia 13 de junho de 2015, após uma discussão numa fila de supermercado, em Uiraúna, Sertão paraibano. O delegado teve traumatismo crânio encefálico grave. O suspeito de tentar matar Leonardo Machado foi preso no dia 10 de julho do mesmo ano, em uma casa de praia no Rio Grande do Norte. 

Conforme investigações da Polícia Civil, Ivamar tinha um histórico de agressividade e havia sido condenado por um homicídio no estado potiguar, mas passou 20 anos foragido. Segundo a Adepdel, Leonardo Machado vive em estado vegetativo. 

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