Luta contra Aedes aegypti depende de cada um fazer sua parte, diz Picciani

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O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, disse nesta sexta-feira (2) que o governo federal busca, com a mobilização nacional, conscientizar as pessoas que a luta contra o mosquito Aedes aegypti depende de cada um fazer sua parte. “Mais de dois terços dos focos do mosquito ficam dentro das casas. Cada cidadão tem que tirar uma fração do seu dia, uma vez por semana, e vistoriar seu quintal, ver onde tem água acumulada. Assim, todas as famílias estarão muito mais seguras”, afirmou.

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O ministro participa do Dia Nacional de Combate ao Mosquito, instituído pelo Ministério da Saúde em todo o país, com ações integradas e simultâneas desenvolvidas em articulação com estados e municípios. O objetivo é intensificar a atuação contra o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, com a chegada do verão.

Picciani participou de atividades no bairro Rio das Pedras, na zona oeste do Rio de Janeiro, com a entrega de dez veículos para a Secretaria Estadual de Saúde do Rio. O ministro e o secretário estadual de Saúde, Luiz Antônio Teixeira Júnior, falaram sobre prevenção da dengue, zika e chikungunya em uma escola municipal e também visitaram residências para mostrar como identificar e combater possíveis criadouros do Aedes.

“Escolhemos Rio das Pedras para essa mobilização por ser uma comunidade muito populosa. Há uma cobertura bastante atenta das equipes de saúde da família, dos agentes de endemia. Num local de concentração como é aqui, se todos fizerem sua parte, mas um não fizer, este um comprometerá a segurança de todos”, acrescentou o ministro.

Levantamento

O Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa) de 2016, feito pelo Ministério da Saúde, em conjunto com os municípios, apontou que 20 cidades estão em situação de alerta ou risco de surto de dengue, zika e chikungunya no estado do Rio. Segundo o estudo, a capital fluminense está em situação satisfatória. Em todo o país, o balanço mostrou que 855 cidades estão em situação de risco.

“O ano de 2016 foi difícil. Tivemos um número de casos muito maior de chikungunya. zika, que a gente não tinha nenhum histórico, também tivemos um grande número de casos e de crianças com microcefalia. Mas o mais importante neste momento é acompanhar o índice de infestação na cidade. Algumas áreas trazem preocupação, como na região do Médio Paraíba e no Noroeste do estado”, disse o secretário estadual de Saúde.

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