Lutador do TUF Brasil 1 n?o resiste ao fac?o do UFC e ? demitido

15
COMPARTILHE

Para sobreviver no maior evento de MMA do mundo é preciso mostrar que faz parte da elite de lutadores, e no UFC, quando surgem resultados negativos, não como continuar vestindo as luvas da organização. Foi o que aconteceu com o brasileiro Rodrigo Damm. O lutador que esteve na primeira edição do TUF Brasil 1 perdeu três seguidas e foi mandado embora.

Leia mais notícias de Esportes no Portal Correio

Ele não foi o primeiro a ser demitido por maus resultados. O veterano Igor Pokrajac não sabe o que é vencer em suas últimas cinco lutas, e por conta disso, os dirigentes do UFC perderam a paciência com o croata. Já Sean Soriano perdeu as suas três lutas que teve no UFC e não resistiu à demissão no evento. O mesmo aconteceu com o americano Mike Rhodes.

Outro que vem de três derrotas seguidas no UFC e foi mandado embora foi o finlandês Tom Niinimaki. Já o veterano Fabrício Camões não resistiu às três derrotas seguidas desde seu retorno ao Ultimate, em 2012, e foi demitido. Membro da terceira edição do TUF, Wagner Silva perdeu duas seguidas no UFC em 2014 e também foi cortado.

Depois de chegar com um status elevado no Ultimate, devido a sua carreia vitoriosa no kickboxing, Guto Inocente perdeu duas vezes seguidas logo no primeiro round e não resistiu ao facão dos dirigentes. O americano Isaac Vallie-Flagg também foi outro que não conseguiu se segurar no Ultimate depois de três derrotas seguidas. Com um recorde de uma vitória, três derrotas e um ‘no contest’ no UFC, o inglês Phil Harris foi mandado embora do Ultimate e anunciou sua aposentadoria do MMA.

O americano Chris Heatherly perdeu suas duas lutas que fez no UFC em 2014 e foi mandado embora também no pacotão de demitidos do início do ano. Depois de estrear no UFC vencendo, o americano Ernest Chavez perdeu duas consecutivas e foi mandado embora pelos dirigentes do evento. Após chegar invicto no Ultimate, o americano Garett Whiteley foi demitido após perder suas três lutas na organização.

 

 

Em respeito à Legislação Eleitoral, o Portal Correio não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2018 se encerrem.

Notícias mais lidas