Maranhão critica disputa pela ‘paternidade’ da transposição: ‘É oportunismo eleitoreiro’

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O senador José Maranhão (PMDB) criticou a briga de lideranças políticas que estariam querendo “assumir a paternidade” das obras da transposição do São Francisco. Para ele, há um “oportunismo muito pequeno, para uma obra muito grande”. Na opinião do senador, essas lideranças estão com “senso de oportunismo aguçado, com fins eleitoreiros”.


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Maranhão lembrou que quem assumiu a obra, inclusive enfrentando a classe política dos estados doadores, foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele argumentou que na gestão de Dilma Rousseff as obras ficaram paradas na maior parte do tempo e foram retomadas no governo do peemedebista Michel Temer. “O presidente fez um cronograma de recuperação do tempo perdido e as obras continuaram celeremente. Graças a Deus é um governo que teve muito bom senso”, disse.

Em entrevista ao programa ‘Correio Debate’, da 98 FM João Pessoa, o senador argumentou que “a obra é grande demais, para ser inserida no contexto de ambições pequenas”.

Segundo José Maranhão, o ministro da Integração, Helder Barbalho, fará visita na segunda-feira (6) às obras em Monteiro, no Cariri paraibano. “Eu acredito que a água chegue barrenta, mas ela leva um certo tempo para decantar um pouco. Eu ainda não tenho certeza se o presidente Michel Temer irá a Monteiro ou se ele só irá a Boqueirão”, afirmou.

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