Ação vai coibir barragens ilegais que desviarem água da transposição na Paraíba

No curso do rio Paraíba, a Aesa vai instalar oito plataformas eletrônicas de coleta de dados para acompanhar a vazão das águas da transposição, realizando monitoramento em tempo real

Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente | Em 16/03/17 às 17h51, atualizado em 16/03/17 às 18h09 | Por Redação
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Transposição em Monteiro, na Paraíba

Técnicos da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) estão fiscalizando as águas do Rio São Francisco no trecho entre as cidades de Monteiro e Camalaú, no Cariri paraibano, para evitar a construção de barragens clandestinas com a utilização das águas da transposição. As equipes também estão cadastrando usuários e instalando Plataformas de Coleta de Dados.

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No curso do Rio Paraíba, a Aesa vai instalar oito plataformas eletrônicas de coleta de dados, obtidas em parceria com a Agência Nacional das Águas (ANA), para acompanhar a vazão das águas da transposição, realizando monitoramento em tempo real.

“Não admitiremos construções de cercas transversais no leito do rio, pequenas barragens ou qualquer outro impedimento. A água só poderá ser usada para consumo humano e animal. Neste momento, nossa prioridade é garantir a chegada dela no açude Epitácio Pessoa”, afirmou o presidente da Aesa, João Fernandes.

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