Orquestra Sinfônica da Paraíba homenageia patrono da Funesc nesta quinta, em JP

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Composições de Smetana, Villani-Côrtes e Schubert serão executadas pelos músicos da Orquestra Sinfônica da Paraíba, nesta quinta-feira, 1º de junho, no concerto que integra a programação de abertura da 35ª edição da Semana Cultural José Lins do Rego, para celebrar a obra do escritor paraibano, patrono da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc).

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Sob a regência do maestro titular da OSPB, o 6º Concerto Oficial da Temporada 2017 começa às 20h30, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, com a participação, como solista, do violoncelista paraibano Raiff Dantas Barreto, atual primeiro cello-solista do Theatro Municipal de São Paulo. A entrada custa R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia).

A Semana José Lins do Rêgo começa às 9h desta quinta-feira, com apresentação do Quinteto de Cordas da Escola Estadual de Música Anthenor Navarro (EEMAN), seguida pela exposição do artista Elpídio Dantas (in memoriam) sobre a obra do romancista paraibano. A programação de abertura continua à noite, com o concerto da sinfônica paraibana.

“Ma Vlast – O Moldava”, obra mais famosa do compositor tcheco Bedrich Smetana (1824 – 1884), vai abrir o concerto. O poema sinfônico “Ma Vlast (Minha Pátria)”, cuja parte musical é mundialmente conhecida como “O Moldava”, evoca o rio Moldava, ou Vltava, afluente do rio Elba, e foi composto quando Smetana estava completamente surdo, assim como algumas óperas. Smetana, juntamente com Beethoven e Fauré, é um dos compositores que escreveram música em total surdez. Ele é considerado o pai da escola musical tcheca, tendo Antonín Dvorák como seu seguidor.

Em seguida, será a vez da música brasileira, com a execução do “Concerto n. 2 para Violoncelo e Orquestra de Cordas (Ponteio do Agreste, Luz e Fantasia)”, do pianista, maestro, arranjador e compositor mineiro Edmundo Villani-Côrtes, que terá Raiff Dantas como solista. Villani-Côrtes é reconhecido como o compositor erudito nacional mais tocado internacionalmente.

Foi professor de composição do Instituto de Artes da Unesp, recebeu vários prêmios, como o Guarani (Carlos Gomes) e mais 7 APCAs (Associação Paulista dos Críticos de Arte). Sua obra inclui aproximadamente 300 composições manuscritas para várias formações. São peças de música orquestral, de câmara, música instrumental e vocal, coral, música eletroacústica e ópera. Boa parte dessas composições está gravada em mais de 50 CDs no Brasil e no exterior.

Após breve intervalo, os músicos da Orquestra Sinfônica da Paraíba voltam ao palco para finalizar a apresentação executando a “Sinfonia n. 3 em Ré Maior, D200”, obra do austríaco Franz Schubert (1797 – 1828), considerado um dos maiores compositores do século 19, marcando a passagem do estilo clássico para o estilo romântico. Schubert escreveu cerca de 600 canções, além de óperas, sinfonias e sonatas, entre outros trabalhos.

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