Pai e filha presos em operação contra fraudes em concursos são liberados

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Foi solto após audiência de custódia, na tarde desta terça-feira (30), o homem de 62 anos preso, junto com a filha, durante a terceira fase da Operação Gabarito, desencadeada na manhã desta terça na Grande João Pessoa. Além do homem, a filha dele também foi solta após assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por suspeita de falsa identidade após se identificar como advogada, mesmo sendo estudante de Direito. Comente no fim da matéria.


Leia também: Pai e filha são presos em operação que investiga fraudes em concursos, na Capital

De acordo com a delegada Vanderleia Gadi, da Delegacia de Defraudações e Falsificações da Polícia Civil em João Pessoa (DDF), o homem foi preso quando a polícia buscava documentos do filho dele, investigado na operação.


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“Ele havia sido preso por porte ilegal de arma de fogo, mas o juiz de custódia o liberou da prisão sem necessidade de pagamento de fiança”, informou a delegada.


Entenda o caso

Pai e filha foram presos, na manhã desta terça, na terceira fase da Operação Gabarito, que investiga fraudes em concursos públicos. De acordo com a Polícia Civil, as pessoas detidas são pai e irmã de um servidor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que teria ingressado na instituição de forma ilícita.

“Fomos até a residência que consta nos registros do servidor cumprir mandado de busca e apreensão, mas as circunstâncias encontradas nos levaram a duas prisões.
Descobrimos que suspeito não mora lá, a casa é do pai dele, com quem encontramos facas e uma arma de fogo. A irmã do suspeito de fraude se apresentou como advogada, mas quando exigimos a carteira da OAB ela confessou ser só estudante de Direito. Por isso, foi presa por falsidade ideológica”, informou a delegada Vanderleia Gadi, da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF).

Outros 15 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em vários bairros da Capital e também em Cabedelo, na Grande João Pessoa. Nas atividades, foram encontrados aparelhos eletrônicos, atestados médicos, laudos periciais em branco com marca da Prefeitura de Santa Rita e documentos relacionados a concursos – como planilha de valores para cargos públicos e planejamento de fraudes futuras – e a licitações do Estado de Alagoas.

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