PB quebra tendência e não registra aumento em casos confirmados de microcefalia

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Novo boletim do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (20), aponta que, até 16 de julho, foram confirmados 148 casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso na Paraíba, sugestivos de infecção congênita. Permanecem em investigação 259 casos suspeitos e outros 486 foram descartados. É a segunda vez, desde outubro de 2015, que o estado não registra aumento no número de casos entre um boletim semanal e outro. Em junho deste ano, já houve caso de estabilidade registrada.

Leia também: Paraíba tem 148 casos de microcefalia confirmados, com 17 mortes

A Pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia. O Brasil tem 1.709 casos confirmados em 595 municípios, localizados em todas as unidades da federação e no Distrito Federal.

No mesmo período, foram registrados 354 óbitos suspeitos de microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação (abortamento ou natimorto) no país. Isso representa 4,1% do total de casos notificados. Destes, 102 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 192 continuam em investigação e 60 foram descartados.

“O Ministério da Saúde ressalta que está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central informados pelos estados, além da possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral”, disse o ministério.

A Pasta orienta as gestantes adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

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