Polícia garante aumento de efetivo e intensificação de rondas contra crimes em CG

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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campina Grande promoveu uma reunião na tarde desta quinta-feira (19) com representantes de órgãos de segurança pública do Estado. O encontro teve o objetivo de discutir soluções para coibir ações de bandidos na Rainha da Borborema, sobretudo no Centro da cidade.

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Segundo o presidente da CDL Campina Grande, Arthur Bolinha, a Polícia Militar, que esteve representada pelo comandante do 2º BPM, coronel Lamark Victor, assumiu o compromisso de aumentar o efetivo de profissionais e viaturas, assim como a frequência de rondas. Já a Polícia Civil, na pessoa do delegado regional em Campina, Iasley de Almeida, informou que está fazendo investigações para chegar até as quadrilhas que agem contra estabelecimentos comerciais.

“O mote da reunião se baseou em uma nova modalidade de crime: arrombamentos de lojas através do uso de veículos. Conduzimos a discussão a partir deste ponto e também tratamos de outros tipos de crimes. Pedimos que a polícia compreendesse que deveria ter rondas 24 horas no Centro de Campina”, disse Arthur Bolinha, revelando que teve resposta positiva dos profissionais de segurança quanto a medidas que devem ser tomadas.

As polícias, no entanto, não especificaram para a CDL como seria feita a intensificação de rondas, aumento do efetivo e quando as providências serão postas em prática. A redação do Portal Correio tentou entrar em contato com as autoridades policiais presentes na reunião, mas as ligações não foram atendidas até o fechamento desta matéria.


Estabelecimentos comerciais e bancários têm sido alvos frequentes de grupos criminosos nas últimas semanas em Campina Grande
. Chama atenção o fato de que muitos casos acontecem em pleno Centro da cidade, onde há fluxo intenso de pessoas. Na semana passada, a CDL chegou a divulgar uma nota reclamando do problema.

“A convivência com o medo se tornou rotina e os cidadãos estão sendo obrigados a conviver com a criminalidade, se encarcerando, temendo serem as próximas vítimas. E a bandidagem que tanto aterroriza nos bairros agora tem provocado pavor no Centro de Campina Grande”, dizia o texto.

A CDL atribui à violência o fato de Campina Grande ter perdido mais de 1,5 mil empregos formais ao longo do ano. “O setor do varejo fechou mais de cem postos de trabalho somente no último trimestre, coincidentemente quando os casos de arrombamento a lojas se tornaram mais frequentes”, complementa a nota.

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