Por que acredito (parte 1)

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Tenho me perguntando porque acredito.

E, ao mesmo tempo, venho reunindo respostas que justifiquem essa crença.

O que encontrei será objeto de uma produção seriada de artigos – este é o primeiro – que sinaliza pragmaticamente (sem achismos nem torcidas particulares) a projeção, neste início de 2017, de um ano novo realista no Brasil.

O pior – acreditem – já passou.

Creio, por exemplo, que não haveremos de testemunhar ao longo de 2017 rupturas ou escândalos com o potencial destrutivo daqueles que abalaram o País em 2016. No máximo, podem ocorrer mais do mesmo.

Repito: não se trata de achismos nem de vontades individuais.

Essa curva de tendência promissora, depois de tantos abalos sísmicos de alta intensidade na “escala Richter política/econômica”, vem sendo desenhada por um conjunto de dados que se impõem para além das conveniências de grupos partidários.

Estes números acenam para a estabilização política, a retomada do emprego, o controle da inflação, a restauração da credibilidade externa (que viabiliza o aumento do crédito e a estabilização da dívida), o equilíbrio do pêndulo da balança comercial e o retorno de algo que perdemos ao longo dessa trajetória tão acidentada: a confiança dos setores produtivos.

Hoje me debruço especificamente sobre o cenário político.

E, de antemão, lhes digo com a convicção de quem o faz com todas as tintas e a perpetuação histórica de uma página de jornal: o Governo Michel Temer não cai.

Seguirá até o fim, proporcionando estabilidade mínima para a retomada do crescimento do País. Não há lógica (nem sensatez) em permitir que o País tenha três presidentes em apenas dois anos.

O relógio corre favorável aos atuais ocupantes do Palácio do Planalto.

Pois é justo o tempo, senhor absoluto da razão, que atuará decisivo para afugentar os riscos de que os brasileiros vivam, aqui e agora, as possíveis consequências das demandas judiciais em torno da chapa Dilma-Temer, cujo processo ainda está em fase de instrução no Tribunal Superior Eleitoral.

Que outros riscos ameaçariam este governo?

Golpes? Rupturas institucionais?

Estas conjecturas do caos não se sustentam em um País que deu provas recentes e incontestes de que consegue equacionar seus conflitos políticos dentro dos limites da Constituição e em perfeita sintonia com suas casas legislativas.

E é lá, no Congresso Nacional, que o Governo Temer tem efetivamente demonstrado seu poder de fogo.

Admitam ou não seus opositores, a verdade é que o novo governo está conseguindo realizar – com maestria – o dever de casa político.

Nenhum de seus três antecessores – FHC, Lula e Dilma – conseguiram aprovar tantas matérias em tão curto período de tempo.

Os números são realmente extraordinários:

Nos últimos oito meses, o governo conseguiu imprimir ritmo veloz na tramitação de matérias e comemorou a aprovação de seis normas de forte impacto econômico – entre as quais se destacam duas Propostas de Emendas Constitucionais (incluindo a do teto de gastos) e quatro projetos de lei.

Mais sete normas seguem tramitando em ritmo célere, junto com 21 medidas provisórias.

Esse recorde é dele – mérito de sua inquestionável capacidade de diálogo e articulação.

Forte em sua sustentação política, o estafe de Temer mira com mais foco as demandas da nação.

E se prepara para atacar o mais crucial dos desafios brasileiros neste começo de 2017: a retomada da geração de emprego!

Por que acredito que vamos voltar a empregar?

Veremos isso nas cenas dos próximos capítulos desse enredo que me faz voltar a crer, com todas as minhas forças, nesta nação.

Continua…

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