Preços de presentes de fim de ano podem variar mais de R$ 500 em shoppings da Capital; confira

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O Setor de Pesquisa e Estatística da Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB) pesquisou nessa terça-feira (20) preços de 46 produtos que podem ser opções de presentes neste fim de ano, em dois shoppings de João Pessoa. O levantamento indica que produtos iguais podem ter preços variando mais de R$ 500 em lojas diferentes.

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De acordo com a pesquisa, os itens mais procurados são celulares, tablets, aparelhos de som, home theater, televisores, notebooks, liquidificadores, ventiladores, secadores de cabelo, chapinhas, cortadores de cabelo, barbeadores, sanduicheiras, videogames, bicicletas e panelas elétricas de arroz.

Entre as opções, o smartphone Galaxy J7 apresentou diferença de R$ 220 em duas lojas do Mangabeira Shopping. Nas Casas Bahia, o preço era de R$ 1.179 e, na Loja Ricardo Eletro, o mesmo item custava R$ 1.399. Já os tablets apresentaram diferenças em média de R$ 55 até R$ 60 no aparelho Multilaser M7S 8GB Wi-Fi. Eles foram encontrados no preço de R$ 299 (Casas Bahia, Lojas Americanas e Lazer Eletro) e por R$ 359 (Ricardo Eletro).

Entre os aparelhos de som pesquisados, o Mini System RMS MX J738 da marca Samsung apresentou preços variáveis indo de R$ 799, nas Lojas Americanas, até R$ 949, no Magazine Luíza. Ambas também no Mangabeira Shopping.

Já a TV LED de 40” da marca Panasonic tinha preço com variação média em 20%, que pode levar o consumidor a ter uma economia de até R$ 339,80. Segundo a pesquisa, o televisor foi encontrado de R$ 1.699 (Ricardo Eletro e Magazine Luíza) a R$ 2.038,80 (Armazém Paraíba). Todas no shopping do bairro de Mangabeira. Um notebook Positivo 2Gb 32HD era ofertado de R$ 1.099 na Casas Bahia até R$ 1.629 na Ricardo Eletro, sendo possível uma economia de R$ 530. Todos os produtos foram avaliados também no Mangabeira Shopping.

Nesta época natalina, as atenções para as ofertas devem ser redobradas. “É preciso que o consumidor esteja atento para não ser enganado e, se algo acontecer de forma que não siga uma relação de consumo como resguarda o código do consumidor, ele deve procurar uma unidade do Procon para que a situação seja solucionada”, orientou a superintendente do Procon-PB, Késsia Liliana.

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