Professor é preso suspeito de planejar crimes contra alunos e colegas de trabalho, em JP

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Um professor de 38 anos foi preso, em cumprimento a um mandado de prisão temporária, sob a acusação de associação criminosa. De acordo com o delegado Tércio Chaves, da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio, o docente planejava efetivamente os assaltos a professores e alunos da Escola Estadual João José da Costa, no bairro da Torre, na Capital, onde lecionava as disciplinas de Biologia e Química. A prisão do professor aconteceu nesta sexta-feira (20), na escola. Um casal que seria cúmplice do professor também foi preso, mas no bairro do Rangel.

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O delegado explicou que as investigações foram iniciadas há cerca de três meses quando a delegacia seguia um ex-presidiário de 29 anos por uma tentativa de homicídio. “Quando a gente investigava o homem, detectamos que ele pilotava uma motocicleta que pertencia ao professor. As investigações foram se aprofundando e tivemos acesso a um áudio no qual o professor tramava assaltos e furtos com uma mulher, que era esposa desse ex-presidiário. O professor e o investigado mantinham um relacionamento homoafetivo. Eles têm uma união estável”, disse.

Sobre o conteúdo do áudio, Tércio Chaves disse que o professor planejava com a mulher os horários e possíveis vítimas do assalto. “O professor aparece dizendo os horários da saída dos alunos e professores, a rota percorrida por eles e os alvos preferências que eram mulheres. Conseguimos com isso evitar que uma professora fosse assaltada”, falou.

Na delegacia, o professor e a mulher confessaram os crimes e informaram que praticavam furtos em lojas de celulares. “A todo do momento o professora e a mulher confessaram e inocentaram o ex-presidiário, que mantinham um relacionamento com a mulher e o professor ao mesmo tempo. Mas, vamos analisar qual a participação do ex-presidiário nos crimes”, explicou o delegado.

Os mandados de prisão foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de João Pessoa. O trio ficará detido na Central de Polícia Civil da Capital por cinco dias, mas o delegado não descartou a possibilidade de pedir a conversão da temporária em preventiva.

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