Relembre os atletas brasileiros que decepcionaram no Pan de Toronto

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Record/Correio no PAN 2015 – Pela primeira vez em 48 anos o Brasil superou Cuba no total de ouros dos Jogos Pan-Americanos, mas o desempenho em Toronto poderia ter sido melhor se não fossem alguns resultados muito abaixo do esperado no Canadá. Do atletismo ao vôlei, passando pelo basquete, relembre, na lista abaixo, quem ficou devendo na disputa.

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1 – Velocistas do atletismo

É verdade que Estados Unidos e, principalmente, Canadá mandaram equipes bem mais fortes que em Pans anteriores, mas ainda assim isso não justifica o péssimo desempenho dos brasileiros como Rosângela Santos (foto) nas provas de velocidade do atletismo. Das dez provas do tipo (masculino e feminino: 100 m, 200, 400 m, revezamento 4 x 100 m e 4 x 400 m), os representantes do país só chegaram a cinco finais e ganharam uma medalha, a prata entre os homens no 4 x 100 m. Muito pouco.

2 – Thiago Braz

O atletismo, em geral, foi o grande responsável pelo fato de o Brasil não ter superado os 48 ouros do Pan de Guadalajara, há quatro anos. Uma das medalhas esperadas que não veio foi no salto com vara masculino: dono da terceira melhor marca do ano no esporte (5,92 m), Thiago Braz sequer conseguiu passar da marca de 5,40 m.

3 – Futebol masculino

Rogério Micale, técnico que tirou a seleção sub-20 do descrédito e a levou ao vice-mundial, era uma das poucas boas notícias do futebol brasileiro este ano, mas nem ele conseguiu evitar o vexame em Toronto. Com um a mais em boa parte da semifinal contra o Uruguai, o time verde-amarelo perdeu a chance de matar o jogo e tomou a virada por 2 a 1 nos últimos cinco minutos. Na disputa pelo bronze, o time só conseguiu bater o Panamá na prorrogação.

4 – Vôlei feminino

Mesmo sem força máxima, o Brasil era favorito absoluto ao ouro no vôlei feminino por ter em quadra campeãs olímpicas como Jaqueline e Fernanda Garay, além de bons nomes da nova geração, caso de Macris e Rosamaria. Parecia o suficiente para superar o melhor de países menores e o time B dos Estados Unidos, mas o que se viu foi uma equipe instável, com pouco poder de ataque e passe ruim. Após ter que suar para virar a semifinal contra Porto Rico (3 a 2), a o time de José Roberto Guimarães foi atropelado na decisão contra as americanas (3 a 0), com direito a perder um set que chegou a liderar por 20 a 12.

5 – Vôlei de praia

Devido à corrida olímpica, o Brasil não mandou suas melhores duplas para o Canadá, mas ainda assim Carol/Lili e Álvaro/Vitor Felipe tinham totais condições de subir ao ponto mais alto do pódio na disputa regional. As duas parcerias, de fato, começaram o torneio muito bem, mas vacilos na reta final fizeram com que elas ficassem apenas com o bronze, enquanto os homens levaram a prata.

6 – Hipismo (saltos)

Enquanto as modalidades CCE e adestramento mostraram evolução nesse Pan, somando uma prata e dois bronzes, os conjuntos de saltos vivem um momento ruim. Em Toronto, o time formado por Pedro Veniss, Felipe Amaral, Eduardo Menezes e Marlon Zanotelli não faturou nenhuma medalha, algo que não acontecia desde 1987.

7 – Basquete feminino

Apesar de a fase do basquete feminino brasileiro ser das piores da história, não se esperava atuações tão horrorosas das meninas comandadas pelo técnico Luiz Augusto Zanon, com erros básicos de fundamentos, defesa passiva e falta de mobilidade. Resultado: surras tomadas diante de Estados Unidos, Canadá e Cuba e a quarta colocação no geral.

Os Jogos de Toronto foram transmitidos pela Rede Record (TV Correio HD na Paraíba), com exclusividade na TV aberta.  

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