Ricardo anuncia a cria??o de mais duas Delegacias Especializadas da Mulher

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O governador Ricardo Coutinho anunciou, nesta sexta-feira (19), três ações de segurança que reforçarão as ações de enfrentamento da violência doméstica e sexual contra mulher na Paraíba: a abertura da segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa; a publicação do decreto estadual de criação da Delegacia Especializada da Mulher de Monteiro, além da oficialização do funcionamento da Coordenação das Delegacias Especializadas da Mulher, que será subordinada diretamente à Delegacia Geral da Polícia Civil. No total, serão 11 delegacias especializadas em funcionamento no Estado.

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O anúncio foi feito durante a visita às obras do novo prédio da Central de Polícia, onde funcionará a segunda unidade da Delegacia da Mulher de João Pessoa. O detalhe é que ela terá prédio e entrada com acesso próprio.

Segundo a coordenadora geral das Delegacias da Mulher da Paraíba, Maísa Félix, após 28 anos, o Governo está criando a segunda Delegacia Especializada da Mulher de João Pessoa. “Na verdade era um sonho a criação de mais uma delegacia na Capital com prédio próprio e acesso totalmente independente e também de uma delegacia para atender a demanda do Cariri. Realmente agora termos mais condições de oferecer um atendimento mais humanizado”, disse a delegada Maísa.

Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, a criação de mais duas delegacias e de uma Coordenação Estadual das Delegacias da Mulher atuando diretamente à Delegacia Geral reforçará o atendimento das mulheres numa perspectiva de garantir maior agilidade e acesso aos serviços preconizados na Lei Maria da Penha.

Delegacias da Mulher – Em toda a Paraíba já existem 11 estruturas de atendimento à mulher vítima de violência, instaladas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Bayeux, Santa Rita, Cabedelo, Patos, Sousa, Cajazeiras, Queimadas e Esperança. “Essas especializadas trabalham com uma equipe multidisciplinar. Além de policiais, psicólogos, assistentes sociais e advogados também dividem o trabalho que, nesses casos, vai além da investigação e eventual punição do agressor. Auxiliamos as mulheres agredidas e familiares a encontrarem o caminho da não violência através de assistência jurídica e psicossocial”, afirmou a delegada Maísa Félix.

No Estado, a fim de enfrentar a violência de gênero, as mulheres ainda contam com o Programa Mulher Protegida, que disponibiliza para vítimas de violência acesso ao SOS Mulher, um dispositivo instalado em um aparelho celular, pelo qual a mulher pode entrar em contato direto com a polícia no caso de se sentir ameaçada. Também é possível denunciar por meio dos telefones 197, Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social.

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