Ricardo d? tom pol?tico e ironiza cr?ticas ao Hospital de Trauma nos per?odos eleitorais

4
0
COMPARTILHE

O governador Ricardo Coutinho entregou nesta sexta-feira (14) a reforma do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Na solenidade, o governador além de registrar a ampliação nos leitos e atendimentos na unidade hospitalar, assim como avanços em outros setores da saúde, fez várias declarações políticas criticando adversários e gestores passados do estado.

Leia mais notícias de Política da Paraíba

Segundo o governador, ele assumiu o governo, em 2011, com 141 leitos no Trauma e agora com a ampliação o número subiu para 256. Para conseguir o avanço o governador afirmou que não ficou “em cima do muro”, liderou e assumiu a saúde como uma das prioridades do governo estadual.

“Em maio de 2011 eu estava em Brasília e recebi um telefonema dizendo que alguém tinha morrido dentro de uma ambulância, pois tinha passado cerca de uma hora na frente do Trauma e por falta de atendimento tinha falecido. Essa pessoa era de Pernambuco, de Itambé. Naquele momento eu decidi agir. Deus me deu a condição de ser determinado – seja para errar, seja para acertar – mas eu não fico em cima do muro. Nunca fiquei e nem vou ficar. Fazer política é buscar liderar. Quem se omite não é um bom político”, declarou.

Ricardo Coutinho lembrou a decisão de ter a Cruz Vermelha, na gestão pactuada com o governo na administração do Hospital de Trauma recebeu diversas críticas no período eleitoral. Eles classificou essas críticas de “meramente eleitoreira”. Para Ricardo, a escolha foi a melhor diante do quadro econômico do Estado.

“Eram tantas críticas ao Hospital de Trauma, que depois das eleições parece que esqueceram. Até as eleições era um inferno. Todos os dias era gente dizendo que tinha piorado. Passaram as eleições, aí se esqueceram. Foi como mágica que esqueceram. Na Paraíba é assim. O Trauma é operado por uma organização social que tem a responsabilidade e a capacidade desburocratizante que o poder público não tem. Por exemplo, nós não tínhamos a capacidade de fazer concurso público sem infringir a lei de responsabilidade fiscal. Mas também não era justo deixar funcionário recebendo no CPF, os codificados. Nós fizemos uma escolha. Fizemos a opção e avançamos e a prova está aqui”, disse.

Ampliação

O Hospital de Emergência e Trauma recebeu o investimento de cerca de R$ 6 milhões na realização da obra, sendo R$ 2 milhões voltados para os serviços e aproximadamente R$ 4 milhões na compra de equipamentos. Foram entregues 31 novos leitos, chegando agora a 256 no total.

O bloco cirúrgico foi ampliado e passou a contar com a Unidade de Recuperação Pós-Anéstesica (URPA), possibilitando o dobro da quantidade de leitos de seis para doze, além da reforma de duas salas cirúrgicas e aquisição de novos equipamentos. Já a Área Vermelha ganhou quatro novos leitos, sala de procedimentos invasivos, expurgo, repouso médico e novo posto policial. Antes, os primeiros atendimentos eram feitos com a observação.

Entre as aquisições de equipamentos, destaque para os 50 monitores multiparâmetro, 20 macas tipo stryker, 16 poltronas reclináveis, 14 ventiladores mecânicos multiprocessador, 13 macas em inox com rodas, 11 camas leito tipo UTI-Fowler, 10 cufômetros, cinco aspiradores portáteis e cinco carros de parada, cinco perfuradores Stryker, dois eletrocardiógrafos, dois aparelhos de anestesia drager, dois conjuntos de craniótomo e drill pneumático, um dermato e um stimuplex.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your name here
Please enter your comment!

Notícias mais lidas