Rômulo tem reuniões com ministros da Saúde, Integração e Justiça

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O deputado federal Rômulo Gouveia (PSD) cumpriu agenda de reuniões com os ministros da Saúde, Ricardo Barros; da Integração Nacional, Helder Barbalho; e da Justiça, Alexandre Moraes, nessa terça-feira (8).

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Relator da Comissão Especial do São Francisco, Rômulo esteve acompanhado na reunião com o ministro da Integração pelos deputados Raimundo Gomes de Mattos, Gonzaga Patriota, Efraim Filho e Beto Rosado. Eles trataram da grave crise hídrica que o Nordeste enfrenta e cobraram a liberação de recursos para combater os efeitos da estiagem na região.

“O ministro nos garantiu a continuidade do cronograma das obras e afirmou que o presidente Michel Temer tem a obra como prioridade no seu governo. Também tratei da liberação do Programa “Água para Todos” para diversos municípios paraibanos e também pedi, para Campina Grande, a liberação de recursos do canal de Santa Rosa e a rede de drenagem pluvial e pavimentação de ruas do Bairro Três Irmãs, disse Rômulo Gouveia.

Membro da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, Gouveia entregou ao ministro da Justiça, Alexandre Moraes, sugestões dos parlamentares para ações do ministério. Gouveia destacou a importância da contribuição dos deputados para o ministério. Ele lembrou que são os deputados que estão presentes constantemente nos diferentes estados da União e, por isso, podem relatar um retrato fiel dos problemas de segurança do país.

Rômulo ainda participou de uma discussão com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, sobre o Projeto de Lei 744/2015 que cria o Programa de Financiamento Preferencial às Instituições Filantrópicas e Sem Fins Lucrativos (PRO-SANTAS CASAS) para atender instituições filantrópicas e sem fins lucrativos que participam, de forma complementar, do Sistema Único de Saúde.

De acordo com a matéria, o Programa PRO-SANTAS CASAS poderá ser criado não apenas no âmbito do BNDES, mas de todas as instituições financeiras oficiais federais e sem intermediações. A linha de crédito terá duas modalidades: crédito para reestruturação patrimonial, com taxa de juros de meio por cento ao ano, prazos mínimos de carência de dois anos e de amortização de quinze anos; e crédito para capital de giro, com taxa de juros correspondente à TJLP, prazo mínimo de carência de seis meses e de amortização de cinco anos.

Rômulo aproveitou para relatar as dificuldades que hospitais filantrópicos da Paraíba enfrentam.

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