‘Se a morte de Petrônio não nos unir, vão terminar de matar o Galo’, diz ex-presidente

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O ex-presidente do Treze Futebol Clube, Arthur Cunha Lima, defendeu, nesse domingo (5), a união dos trezeanos para que o clube saia da situação em que se encontra. Segundo ele, que dirigiu o Treze em 2004, se não houver uma mudança, ‘vão terminar de matar o Galo’. A declaração foi repercutida durante a realização do jogo contra o CSP – o primeiro após a morte do então presidente Petrônio Gadelha – no estádio Presidente Vargas, em Campina Grande. Acesse o Voz da Torcida.

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Para o ex-dirigente, se o momento de consternação pela morte de Petrônio Gadelha não promover a união no Treze, o clube enfrentará sérios problemas.

“É um jogo que venho com o coração apertado. Uma tarde especial, porque Petrônio Gadelha merece todas as homenagens. Se a morte de Petrônio não conseguir unir todos os abnegados, se esse momento de consternação não promover a união no Treze, acho que se permanecer como está, vão terminar de matar o Galo”, arrematou.

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