Secretário e vice-prefeito de CG trocam acusações durante o ‘Correio Debate’

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O vice-prefeito de Campina Grande, Ronaldo Filho (PSDB), e o secretário executivo da Comunicação do governo do estado, Célio Alves, trocaram farpas durante participação no programa ‘Correio Debate’, da 98FM, nesta quinta-feira (28). Ronaldinho atacou o governador Ricardo Coutinho (PSB), que criticou a postura do seu irmão, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), ao articular um ‘chapão’ com a participação do PMDB e do PSD de João Pessoa, visando as disputa das eleições municipais deste ano. Célio cobrou respeito ao governador e sugeriu a Cássio que fizesse o debate sobre João Pessoa pessoalmente.

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“Penso que esse debate público sobre a política de João Pessoa, o senador Cássio deveria botar a cabeça de fora e enfrentar a cidade de João Pessoa, no bom sentido”, comentou.  “Esse debate seria para  dizer de forma pública as articulações que anda  fazendo e que tem reunido setores mais reacionário da política e odientos com o objetivo de derrotar o governador Ricardo Coutinho”, arrematou.

Célio Alves considerou a fala de Ronaldo “destemperada”  e disse que a Paraíba já deu em 2014 o veredicto  sobre quem fala a verdade na política paraibana. “Convivemos por quatro anos com uma história de que Ricardo foi eleito pelo senador Cássio. Mas, quando o tucano resolveu trair o governador, a Paraíba fez o seu veredicto e disse que preferia Ricardo, que  preferia o trabalho ao atraso”, disparou.

Ronaldo Filho afirmou que sempre que for atacado responderá. Ele aproveitou para criticar a gestão do governador, num recado direto a Célio Alves. “Diga ao seu governador que ninguém está aqui para fazer picuinhas. Estamos para defender políticas. Aqui em Campina Grande estamos sem segurança e sem água. O governador faz ouvido de mercador e só pensa em eleição”, disparou.

Em dado momento das declarações, ele insinuou a citação do vice-prefeito de Campina em investigações policiais. Ronaldo Filho, ao participar do programa também por telefone, retrucou e desafiou o secretário a exibir provas do que estava dizendo. “Desafio a provar qualquer investigação sobre processo de empresas que exploram turmalinas. Sou apenas o advogado de duas dessas empresas. Houve um procedimento, que já foi arquivado.O secretário terá que provar, sob pena de responder na Justiça pelas insinuações”, disse.

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