Serviço de saúde gratuito ajuda crianças com microcefalia por Zika em João Pessoa

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O Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), em parceria com o Grupo Energisa, deu início às atividades do Programa de Atenção Integrada para Crianças com Microcefalia por Zika Vírus. O projeto, que foi inaugurado oficialmente na tarde dessa quarta-feira (24), é voltado a crianças de 0 a 3 anos com microcefalia por Zika vírus e tem como objetivo oferecer, inicialmente, atendimento integrado de Fisioterapia e Fonoaudiologia, além de suporte aos familiares. O serviço é gratuito.


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Enquanto as crianças são atendidas, são desenvolvidas atividades educativas direcionadas aos pais e cuidadores, durante as quais são dadas orientações quanto ao manuseio da criança, proporcionando uma melhora na qualidade de vida da criança e do cuidador.

“Nos atendimentos, as crianças são estimuladas e avaliadas para que sejam identificados os encaminhamentos necessários à sua saúde integral”, explicou a coordenadora do curso de Fisioterapia do Unipê, Elma Soares.

O serviço conta com a participação de oito alunos voluntários e quatro professores, todos com titulação e experiência na área de Neuropediatria. Para ter acesso ao serviço, basta procurar a Clínica-Escola de Fisioterapia do Unipê, que fica no bloco G da instituição, no bairro de Água Fria, em João Pessoa.

O atendimento acontece nas segundas e quartas-feiras, das 14h30 às 17h, e o paciente deve ter uma recomendação assinada por um médico para ter acesso. Para mais informações, basta ligar para o 2106-9271.


João Pessoa poderá ter Centro Integrado

O deputado federal Benjamin Maranhão (SD) e o secretário de Desenvolvimento Social da Prefeitura de João Pessoa, Eduardo Pedrosa, se reuniram com o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, para discutir projetos e ações para serem desenvolvidas na Capital paraibana. Entre os projetos discutidos está a criação de um Centro Integrado de Atendimento às Crianças com Microcefalia.

“Essa é uma ideia do ministro Osmar Terra que nós estamos levando até o prefeito Luciano Cartaxo, inclusive com a secretaria de Desenvolvimento Social se propondo a ceder espaço para que esse projeto seja instalado. Além das crianças, as famílias também terão todo o suporte”, destacou o deputado.

De acordo com Benjamin, o projeto piloto vai funcionar de forma integrada não só com o Ministério de Desenvolvimento Social, mas também com os ministérios da Saúde e Educação. “Vamos trabalhar para levar esse projeto importante para a nossa Capital”, disse.

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