Sobre aplausos, breu e brilho

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O que era para ser a noite da cultura se transformou na noite do breu. E, por conta desse breu, que o ator Edilson Alves, diretor da peça “Como se nasce um cabra da peste”, em cartaz desde 1993, informou ao público que não seria possível concluir o espetáculo que marcaria a entrega da reforma do Teatro Santa Roza. O motivo: uma queda de energia que impossibilitou dar continuidade ao espetáculo, logo no início do espetáculo. Quatro anos de espera para a conclusão da reforma e na hora ‘H’, vráaaaaa, o público – composto de autoridades, entre elas o governador Ricardo Coutinho, e a nata da cultura paraibana – viu as cortinas do palco se fecharem, silenciando os aplausos. O breu teria sido causado por uma queda de energia no entorno do teatro. A justificativa da Energisa: um desligamento mecânico. Não vou me meter a besta de contestar. Mas… A rádio peão apurou que, ao deixar o teatro, Ricardo Coutinho teria sido informado de que foi encontrada uma barra de ferro em um caixa de energia que alimentaria a rede elétrica do espaço e isso teria causado a queda de energia. Também comentou-se que a ação poderia partido de algumas pessoas insatisfeitas com a falta de pagamento do Fundo de Cultura Augusto dos Anjos. Agora, convenhamos, se foi vandalismo, é burrice, porque o estrago é pago com o bolso do contribuinte, ou seja, nós mesmos. Se foi protesto, me poupem: quem faz cultura é inteligente o suficiente para algo mais elegante, sem prejudicar colegas. Ricardo, para quem conhece, pudera, não ficou nada satisfeito. Agora, o que importa mesmo é que o breu não tirou o brilho da obra, nem do Santa Roza.

Favorável

O ministro da Educação, Mendonça Filho, deu manifesto favorável à sanção presidencial, ao Projeto de Lei do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que cria cota para os deficientes nas universidades públicas e nos institutos federais de ensino. Agora, só falta a assinatura do Presidente Michel Temer. “Foram três anos de muita luta”, disse Cássio Cunha Lima.

Reforma 1

A reforma administrativa do Governo, nos bastidores, está levantando poeira. Em reunião essa semana, o clima esquentou entre o secretário Luis Torres e o atual presidente da ALPB, Adriano Galdino.

Reforma 2

O deputado estaria pleiteando a Secretaria de Articulação Municipal, que cuida do Pacto pelo Desenvolvimento Social. Hum… Tá difícil.

Reforma 3

A ex-prefeita Denise Oliveira, que esperava estar à frente de uma secretaria, deve ficar com uma Executiva. Assim como a surpresa, Pollyana Dutra, ex-prefeita de Pombal, que estará na cota do PT no Governo.

Reforma 4

Já Raoni Mendes, que deve voltar à suplência em janeiro, iria para a Casa Civil. Nonato Bandeira não quer ir e Raimundo Lira deve indicar um nome.

Franca na disputa de 2018

Tradicional na política da Paraíba, a família Franca não deve ficar fora do cenário de 2018. Quem garante é o ex-prefeito de João Pessoa, Chico Franca, pai do vereador diplomado Damásio Neto. “Estamos pensando nas eleições de 2018. Se der tudo certo, teremos um nome na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba”, disse o ex-prefeito da Capital.

Cariri 1

Ex-secretário de Comunicação de Eduardo Campos no Governo de Pernambuco, Evaldo Costa não se afastou da política no Cariri da Paraíba. Deve novamente ser candidato a deputado federal pelo PSB nas eleições de 2018.

Cariri 2

Para Evaldo Costa, o Cariri necessita do seu deputado federal e o PSB precisa ter um representante na bancada federal da Paraíba.

Alto Sertão 1

Quem também pode assumir uma candidatura de deputado federal é o empresário Deca, hoje senador pelo PSDB, na cadeira de Cássio Cunha Lima, que ainda está licenciado. Deca tem evitado falar no assunto.

Alto Sertão 2

Analistas políticos do Alto Sertão avaliam que a região precisa de representante na Câmara e apostam no nome do senador tucano.

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