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terça, 12 dezembro 2017
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Deputados repercutem declarações de Estela sobre postura da polícia na PB

As declarações dadas nessa terça-feira (5) pela deputada estadual Estela Bezerra (PSB) sobre a Polícia Militar ainda repercutiram nesta quarta-feira (6) na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Durante pronunciamento na tribuna da Casa, a parlamentar disse que além da violência, em algumas comunidades a população se sente acuada também por conta da postura dos policiais. Em entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, Estela disse ter consciência do que falou e admitiu o erro ao generalizar. Estelizabel lembrou que estava se referindo a algumas comunidades, onde o índice de genocídio da comunidade negra é grande. “Nós temos uma imagem fortalecida da polícia, inclusive registrando queda no índice de homicídios, graças ao trabalho feito pelo governo do Estado. Acredito que quando a gente generaliza corre riscos, e isso foi o que aconteceu”, comentou. O deputado Cabo Sérgio Rafael (PSB), disse receber com tristeza as declarações da colega de bancada. Segundo ele, essa não é a visão que a população paraibana tem da segurança pública no estado, pois apesar das dificuldades os policiais são dedicados e prestam relevantes serviços à sociedade. Apesar de considerar infeliz o pronunciamento da socialista, Cabo Sérgio Rafael disse acreditar que a deputada não teve essa intenção. “Esperava outra postura da deputada, pra que ela venha contribuir comigo para fazer uma segurança cada vez mais justa, através do risco de vida para o policial, do PCCR da categoria, por ser da base e não naquele posicionamento, que foi triste”, afirmou. Já o líder do governo na Casa, deputado Hervázio Bezerra (PSB), garantiu que as declarações não foram felizes e não refletem a opinião da bancada. O deputado lembrou que essa terça foi um dia muito agitado, com uma carga de stress alta na Casa, e situações como essa podem acontecer com qualquer um. “Isso pode ocorrer com qualquer um, mas o mais importante é a pessoa ter o equilíbrio e vir para o mesmo público e pedir desculpas”, destacou.
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Tiririca anuncia que não disputará reeleição em 2018

O deputado federal e palhaço Tiririca (PR-SP), parlamentar mais votado do país em 2010, com cerca de 1,3 milhão de votos, anunciou nesta quarta-feira (6) que não vai disputar a reeleição em 2018 e afirmou que, com o que viu durante o mandato, deixará a Câmara “triste” e “com vergonha”. “Estou saindo (da Câmara) triste para caramba com o que vi. Saio totalmente com vergonha. Vamos esquecer um pouco as brigas, o ego e olhar para o nosso povo”, disse Tiririca ao fazer seu primeiro e último discurso em plenário desde que assumiu o cargo. “A gente sabe que todos nós ganhamos bem para trabalhar. E nem todos trabalham. São 513 deputados, só oito são assíduos. E eu sou um desses oito. Um palhaço de circo”, desabafou. Tiririca admitiu durante o discurso não ter feito muita coisa enquanto foi deputado, mas afirmou que “pelo menos estava lá”. “Estou muito chateado mesmo com nosso Parlamento. Não fiz muita coisa por aqui. Mas pelo menos fiz o que sou pago para fazer: estar aqui e votar de acordo com o povo”, disse o deputado.
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Eunício diz não haver tempo para analisar PEC da Previdência no...

Às vésperas do recesso parlamentar, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse que caso a reforma da Previdência seja aprovada nas próximas semanas pela Câmara dos Deputados, não haveria tempo hábil para análise e votação dos senadores ainda este ano. A proposta de emenda à Constituição que trata do tema enfrenta dificuldades para ser pautada no plenário da Câmara, onde precisa do apoio de pelo menos 308 votos, em dois turnos, para que passe a tramitar no Senado. “Esse ano não tem mais como votar aqui, porque isso é matéria que tem que ser votada em dois turnos, tem que passar em comissões, tem que haver debate. O sistema é bicameral. Há quanto tempo está na Câmara esse tema?”, questionou Eunício Oliveira, argumentando ser necessário um tempo mínimo para que os senadores discutam a matéria. O recesso parlamentar tem início, oficialmente, no dia 23 de dezembro. Nesta terça-feira, após um fim de semana de intensas articulações do governo com parlamentares e líderes de partidos da base aliada, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, avaliou que “cresceu muito” a probabilidade de aprovar a reforma ainda em 2017 na Câmara. O projeto que altera as regras para acesso à aposentadoria aguarda análise dos deputados desde maio, mas as discussões foram interrompidas em meio às duas denúncias contra o presidente Michel Temer que foram analisadas pela Câmara. “Não posso pautar uma matéria aqui ou eu discutir quando ela vai ser ou não votada se a matéria ainda está na Câmara, não sei nem se a Câmara vai votar ou não. Uma matéria que não existe aqui, não chegou ao Senado”, disse Eunício Oliveira. A opinião de o Senado se debruçar sobre o tema apenas em 2018 é a mesma do líder do PSDB na Casa, senador Paulo Bauer (SC). Defensor das mudanças, o parlamentar diz que a reforma é necessária para trazer diminuir o déficit público e dar estabilidade ao sistema, mas avaliou ser “praticamente impossível” votar uma “matéria tão importante” em apenas uma semana. “Fica muito pouco tempo disponível para analisar e votar a matéria aqui. Eu sou a favor que o rito que se vá seguir no Senado, se a Câmara aprovar, seja o mesmo que se utilizou na votação da reforma trabalhista, por exemplo. Ou seja, obedecendo o que estabelece Regimento, ouvindo todas as comissões, permitindo o amplo debate, para que tenhamos uma votação absolutamente consciente, transparente, para que isso acabe beneficiando acima de tudo a economia e a sociedade brasileira”, avaliou.
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