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terça, 14 agosto 2018
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Vereadora nega estar com facção após vídeo polêmico

A vereadora Raíssa Lacerda (PSD) comentou a polêmica no qual seu nome foi envolvido no fim de semana, após publicações de vídeos de uma festa no bairro São José, em João Pessoa. Pelas redes sociais, internautas insinuaram que a parlamentar participava de suposta comemoração do aniversário de uma facção criminosa. A festa aconteceu na noite do último sábado (11). "A festa improvisada aqui no São José. É massa ou não é?", pergunta a vereadora a um dos participantes do evento. Após receber resposta positiva, Raíssa continua: "Em pleno sábado, dia 11, estamos fechando aqui no São José". Em outro vídeo, a parlamentar dança e diz que "sabadou". Depois da polêmica, Raíssa postou um outro vídeo, em que afirma ter ido à comunidade para celebrar o aniversário de um amigo. "Para de preconceito. Para de inventar história, minha gente, por favor. Xô preconceito a negros, xô preconceito a comunidades, xô preconceito a homossexuais. Xô preconceito", justifica a vereadora. Em entrevista ao Portal Correio, Raíssa Lacerda negou qualquer envolvimento com facções criminosas e revelou ter representado criminalmente quem espalhou esse boato através das redes sociais. A parlamentar disse não entender o porquê da polêmica com o vídeo, mas suspeita que tenha alguma relação com denúncias feitas por ela na última quinta-feira (9). [playlist type="video" ids="115535,115536"]
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‘Pareciam terroristas’, diz testemunha que viu ataque a carro-forte; vídeo

Uma testemunha que seguia com a família de João Pessoa para Campina Grande, pela BR-230, detalhou o que viu durante o ataque a um carro-forte e que deixou vigilantes feridos. Quatro suspeitos foram presos algumas horas depois do crime, que ocorreu na manhã dessa segunda-feira (6), no trecho da rodovia que passa pela cidade de Pedras de Fogo, a 42 km de João Pessoa. Ao Portal Correio, ele contou o que viu, mas preferiu não se identificar. Assista ao vídeo acima (o vídeo foi editado para preservar a identificação da testemunha). Leia também O rapaz de 23 anos seguia com a mãe, o padrasto e a irmã de sete anos em um carro, quando se depararam com um dos bandidos armados no sentido contrário da BR. “Eu seguia do lado esquerdo do carro, vi tudo pela janela. Um dos bandidos estava com uma arma enorme, roupas militares, coletes e máscaras que deixavam apenas os olhos expostos. Primeiro, eu vi um deles, depois vi um carro preto com as quatro portas abertas, atravessado na rodovia, e pensei que fosse uma operação da polícia. Em seguida, vi o carro-forte fora da pista, já dentro da mata, e os outros bandidos correndo da mata para a rodovia. Pareciam terroristas. Nesse momento, me dei conta de que era um assalto”, relatou. Ele disse que percebeu o padrasto desacelerar o carro para ver o que estava acontecendo, mas quando viu que um dos criminosos estava perto do canteiro central da pista, o medo aumentou mais. “Pensei que ele ia parar todos os que estavam passando, fazer como reféns ou atirar. Tivemos muito medo. Fiquei apavorado vendo minha irmã de sete anos do meu lado enquanto os criminosos agiam tão perto da gente”, relatou, com exclusividade, ao Portal Correio. A testemunha falou que pediu para que o padrasto acelerasse o carro e saísse dali o mais rápido possível. “Disse pra ele não parar. Que tirasse a gente dali logo. Do outro lado da BR, uma fila de veículos já se formava, com pessoas impedidas de passar por causa do crime. Não consegui ver se eles tinham sido barrados pelos bandidos ou pararam por conta própria por causa do assalto”. Depois que o carro onde ele estava com a família seguiu mais alguns metros, houve a explosão. “’Detonaram o carro’, gritou minha mãe, que estava no banco do carona. Nesse instante olhei para trás e vi os pedaços do carro-forte se espalhando pelo alto e caindo na pista. Uma coluna de fumaça longa se estendeu para o alto e dava pra ser vista de muito longe”, disse. [gallery size="full" td_select_gallery_slide="slide" ids="115106,115107,115108,115109,115110"] O jovem contou que muitos carros seguiam atrás do veículo em que ele estava e também aceleraram com medo ou deram a volta na contramão. O mesmo ocorria no sentido inverso. “Quando andamos mais um pouco pensamos que estaríamos livres de tudo aquilo, mas eles começaram a atirar. O medo aumentou, ficamos mais nervosos. Eu pedia para meu padrasto acelerar mais, com medo de bala perdida. A todo instante eu pensava em todos, principalmente na minha irmã de sete anos que estava do meu lado. Graças a Deus seguimos viagem e o que passamos foi apenas um susto”. No caminho, ele disse que orientou motoristas que estavam viajando para João Pessoa. “Liguei para a Polícia Rodoviária e eles disseram que já estavam sabendo da ocorrência. Abri a janela do carro e fiz o gesto de uma arma com as mãos para que os motoristas que seguiam para a Capital entendessem que havia algo acontecendo na BR. Outras pessoas que estavam atrás da gente, em outros carros, também faziam o mesmo”. Sobre o susto, ele finaliza. “A gente vê pela televisão e não tem a menor noção de como é a realidade. Parece filme, uma coisa surreal. Não acreditávamos que eles seriam presos. Afinal, quem acredita na polícia ou no país que vivemos hoje? Ao longo do dia, vendo a repercussão na imprensa, soubemos que eles foram presos e ficamos surpresos. Espero que haja pena rigorosa para esses bandidos. Colocam em risco a vida de inocentes, deixam traumas. Soubemos que os vigilantes do carro-forte ficaram feridos. Um horror”, concluiu.
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Teto da Defensoria cai durante sabatina com candidato

Parte do teto da Defensoria Pública da Paraíba, em João Pessoa, desabou nesta quinta-feira (9). O fato ocorreu no exato momento em que o candidato ao governador Tárcio Teixeira (PSOL), participava de uma sabatina que está realizada no local com todos os postulantes ao cargo de Chefe do Executivo Estadual. Nas redes sociais, Tárcio falou do susto e da problemática que, segundo ele, envolve a falta de repasse de recursos. "Hoje fui o primeiro a ser sabatinado pelos/as Defensores/as Públicos/as, três horas de bom debate. Infelizmente parte do teto desabou durante nossa vista, felizmente ninguém saiu machucado. O não repasse do duodécimo amplia os problemas da Defensoria e nega ao povo o Direto a Justiça", disse.

Pai revela parceria com filho que tem ‘cromossomo do amor’

Um cromossomo a mais na formação genética. Esse é o motivo que causa a Síndrome de Down. E já é praxe dizer que o 'cromossomo extra' é o 'cromossomo do amor'. Isso porque o sentimento brota com facilidade com os portadores da síndrome, como é o caso de Vinícius, de 28 anos. O pai dele, Francisco, ou Chicão, de 55 anos, comprova. "É o amor da minha vida". Aos 26 anos, Chicão recebeu a notícia que seria pai de uma criança com Síndrome de Down. À primeira vista, as preocupações poderiam surgir. Como seria daqui para frente? Mas parece que Chicão já sabia de sua missão. "Eu lidei de maneira muito tranquila com essa notícia. Quando chegamos ao hospital, o médico disse que precisaríamos operar rapidamente. No mesmo dia, à noite, ele me falou que Vinícius tinha a síndrome. Eu continuei feliz do mesmo jeito. Ainda sou muito feliz com ele. Foi e é uma benção na minha vida", revela. O amor é recíproco.

"Ele é minha vida", diz Vinícius.

Entre um jogo do São Paulo e outro (paixão compartilhada por pai e filho), Vinícius e Chicão arrumam um tempo para ir ao shopping, inclusive para shows. Porém, o que realmente une os dois é o futebol. Chicão não poupa esforços para manter a paixão do filho ativa. Em uma oportunidade, os dois foram ao jogo do Tricolor Paulista contra o Náutico, em Recife (PE). Na ocasião, Vinícius teve a oportunidade de conhecer um de seus maiores ídolos: Rogério Ceni. "Foi muito emocionante pra ele. Ele tirou fotos com todos os jogadores e até virou notícia de jornal, em uma matéria que contaram a história dele", relata o pai orgulhoso. O que poderia parecer um problema na vida de Vinícius, é encarado como uma qualidade. Para Chicão. O filho só lhe traz coisas boas.

Ele é especial em outro sentido da palavra. Pra mim, ele é normal. Me dá muito orgulho. É só prazer e alegria", revela Chicão.

Vinícius, por sua vez, retribui o carinho do pai dizendo que, entre eles, prevalecem dois sentimentos: "Amor e amizade", diz Vinícius quando perguntado o que ele sente pelo pai. Entre amor e amizade, pai e filho constroem uma relação valorosa, que deixa de lado as limitações para valorizar a cumplicidade e o carinho. Veja o vídeo abaixo. https://www.youtube.com/watch?v=lp5YpHYJZXo [gallery size="full" td_select_gallery_slide="slide" ids="115169,115172,115171,115170,115168,115167"]  
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