TCE-PB elabora programação especial para homenagear os 90 anos de Ariano Suassuna

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O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba está organizando uma intensa e diversificada programação para marcar, durante dois dias, a passagem dos 90 anos do escritor paraibano Ariano Suassuna, que faria o aniversário de nove décadas no dia 16 de junho.

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De acordo com o presidente do Tribunal, conselheiro André Carlo Torres Pontes, que acompanha pessoalmente os preparativos e definição da agenda de atrativos, as homenagens acontecerão nos dias 12 e 13 de junho no Centro Cultural do TCE que leva o nome do dramaturgo/poeta, e funciona no prédio anexo à sede da instituição.

A programação, que incluirá palestra sobre vida e obra de Ariano, vai contemplar atividades literárias, musicais e teatrais, além da exibição de filmes e fotografias. Os horários de cada uma serão divulgados, em breve, pela organização do evento.

Ariano Suassuna faleceu em Recife (PE), em 23 de julho de 2014, vítima de AVC (Acidente Vascular Cerebral). Duas semanas antes – primeiro no teatro Castro Alves, em Salvador, e depois no teatro Luis Souto Dourado, durante o Festival de Inverno de Garanhuns-, ele deu suas últimas aulas-espetáculo, a forma que adotou para exaltar o legado da cultura popular brasileira, e para contar causos e piadas.

Obra

“Uma mulher vestida de sol” foi a primeira peça do escritor e ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno, em 1948. A peça “O Auto da Compadecida” foi escrita em 1955, cinco anos depois de Ariano se formar em Direito, e é considerada a mais famosa dele, devido às diversas adaptações. O cineasta Guel Arraes levou o “Auto” à TV e ao cinema em 1999.

O próprio escritor sempre considerou seu melhor livro o “Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta”. A obra, que começou a ser produzida em 1958, levou 12 anos para ficar pronta. Também foi adaptada, por Luiz Fernando Carvalho, e exibida pela Rede Globo em 2007, com o nome de “A pedra do Reino”.

Com o ‘Movimento Armorial’, que Ariano Suassuna começou a articular na década de 70, ele defendeu a criação de uma arte erudita nordestina a partir de suas raízes populares.

Membro-fundador do Conselho Nacional de Cultura, o escritor tomou posse na cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro, em 1990.

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