Vacinas devem ser tomadas em caso de viagens nacionais ou internacionais; vídeo

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O período de férias escolares é aproveitado pelas famílias para a realização de viagens nacionais e internacionais. Porém, antes de sair da Paraíba, a população deve ficar atenta se precisa de imunização contra doenças existentes no local de destino da viagem. Confira abaixo como e onde se imunizar.


Leia também: Estado de alerta para quem vai viajar para áreas com surto de febre amarela

Na Capital, a Secretaria de Saúde oferece a Sala do Viajante, um serviço para orientar sobre quais vacinas são necessárias para cada localidade, além de ministrá-las.


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“Alguns países e algumas regiões do Brasil necessitam de vacinas, como por exemplo, quem viaja para a região norte ou atualmente para Minas Gerais, que está com surto de febre amarela. Mas apenas as pessoas que vão viajar para essas regiões precisam tomar as vacinas. A da febre amarela, por exemplo, deve ser tomada até 10 dias antes da viagem, pois além dela causar reações é preciso criar uma proteção no organismo da pessoa”, esclarece Jessé Menezes, responsável pela Sala do Viajante.

Além de orientações para viagens nacionais, a Sala do Viajante também orienta quem viaja para o exterior, já que para determinados lugares é necessário apresentar o Cartão Internacional do Viajante. O cartão é confeccionado no Centro Municipal de Imunização com a apresentação do passaporte.

“É preciso que o usuário apresente o passaporte para que seja feito um cadastro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as vacinas sejam registradas neste sistema, o que possibilita a emissão de uma segunda via em qualquer aeroporto do Brasil”, explica Jessé Menezes.

Para ser atendido na Sala do Viajante o usuário deve comparecer ao local portando os documentos pessoais, cartão nacional de vacina e, em caso de viagem internacional, o passaporte.

Para saber se é necessário ser imunizado antes de viajar ou quais orientações para determinada vacina, o usuário pode entrar em contato com o Centro Municipal de Imunização através do telefone 3211-6774.

A Sala do Viajante atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 15h, com as vacinas sendo ministradas no turno da manhã. A Sala funciona dentro do Centro Municipal de Imunização, localizado na Rua Prefeito José Bezerra, sem número, no bairro da Torre, no do Lactário da Torre.


Veja abaixo orientações do Ministério da Saúde para viajantes:

Certifique-se de que suas vacinas de rotina estejam em dia, de acordo com as recomendações de seu país de origem, pois é uma medida eficaz e segura para a prevenção de várias doenças;

Apesar de não ocorrerem casos de sarampo e rubéola no Brasil, essas doenças estão presentes em outros países. Portanto, é recomendado que se esteja vacinado contra elas;

A preparação para a viagem é uma boa oportunidade para verificar o estado vacinal de bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos;

Previna-se contra febre amarela tomando a vacina 10 dias antes de visitar áreas de mata ou de praticar turismo ecológico ou rural. A lista dos municípios brasileiros com recomendação sobre vacinação contra febre amarela pode ser conferida aqui;

Procure seu médico, pois ele poderá lhe ajudar a decidir se a vacina é necessária, com base em seu plano de viagem;

Antes de viajar consulte as áreas que apresentam registros de casos de malária durante todo o ano. Consulte aqui;

Em áreas de transmissão de malária, é fundamental que o viajante tenha conhecimento sobre o horário de maior atividade de mosquitos vetores de malária, do pôr-do-sol ao amanhecer;

Use roupas claras e com manga longa, durante atividades de exposição elevada. Aplique repelente nas áreas expostas da pele, seguindo a orientação do fabricante. Em crianças com idade inferior a dois anos, não é recomendado o uso de repelente sem orientação médica;

Em áreas de transmissão de malária é imprescindível que o viajante fique atento ao surgimento de sintomas da doença, como febre, dor no corpo e dor de cabeça;

Em caso de manifestação de algum sintoma da doença, procure uma unidade de saúde especializada mais próxima, o ideal é que este atendimento seja feito o quanto antes, em até 48 horas após os primeiros sintomas.

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