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Agentes de trânsito do RS fazem protesto e pedem justiça no caso Diogo Nascimento

Agentes de trânsito do município de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, cobraram justiça no caso da morte de Diogo Nascimento, atropelado durante blitz da Lei Seca no dia 21 de janeiro, em João Pessoa. A manifestação aconteceu na sede do Departamento Municipal de Trânsito (DMT), exatamente uma semana após o crime.

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Conforme o secretário do órgão, Wanderley Mesquita, a manifestação foi espontânea e aconteceu instantes antes de os agentes saírem para a blitz ‘Balada Segura’, como é chamada a campanha alusiva à Lei Seca em Bento Gonçalves. Segundo ele, 22 profissionais participaram do ato. Foto publicada nas redes sociais mostra agentes deitados no chão, como se estivessem mortos.

“Os agentes ficaram revoltados com o caso e fizeram a manifestação para pedir justiça. Um ser humano morreu e estamos vivendo um desmando nesse país que ignora esse tipo de situação. Parece que as autoridades não se importam. Então foi um gesto de solidariedade e também uma forma de clamar por segurança no trânsito porque isso que aconteceu com Diogo poderia acontecer com qualquer um”, disse Mesquita.

O caso

Diogo Nascimento tinha 34 anos e trabalhava em uma blitz da Lei Seca quando foi atingido por um Porsche. O condutor do veículo, Rodolpho Carlos, está solto. O suspeito teve prisão temporária decretada poucas horas após o atropelamento, mas um habeas corpus concedido pelo desembargador Joás de Brito Pereira Filho permitiu sua liberdade. Rodolpho ainda nem tinha sido localizado pela polícia.

Dias após o atropelamento, a Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) formularam pedido de prisão preventiva do suspeito. O novo pedido ainda não foi analisado pelo 1º Tribunal do Júri. O trabalho seria realizado pelo juiz Antônio Maroja, mas ele foi transferido para a Comarca de Bayeux, conforme determinação de Joás de Brito, que é presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba. Quem assume a função é o juiz Marcos William de Oliveira

A defesa de Rodolpho Carlos alega que ele está colaborando com as investigações, entregou Carteira de Habilitação e o passaporte e que não há impunidade porque todos os requisitos legais de ampla defesa e direito ao contraditório vêm sendo cumpridos.

Repercussão nacional

A Record TV fez pelo menos três grandes reportagens sobre o caso, sendo duas levadas ao ar no Cidade Alerta nacional e uma como destaque especial no Domingo Espetacular.

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