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Alimentos com probióticos trazem benefícios à saúde

Conteúdo patrocinado. A ciência comprova: uma das formas de se ter uma boa saúde é a ocupação do intestino por bactérias e leveduras boas. Os benefícios ocorrem após a ingestão de alimentos que possuem esses microrganismos, como iogurtes. Denominados probióticos, eles também são encontrados em cápsulas e na forma de pó, ou em queijos, leites e bebidas fermentadas, como a famosa kombucha.

Os benefícios são diversos e incluem até o combate a problemas de saúde. Estudos relatam que esses microrganismos atuam na prevenção de dermatites atópicas, no controle e na diminuição da pressão arterial, no controle da glicemia, na diminuição de infecções urinárias e na melhora da aceitabilidade da lactose, da digestão de alimentos e do perfil lipídico (colesterol e triglicerídios).

“Quanto mais probióticos tivermos no produto, melhor será a funcionalidade dele, mais funções diferentes, mais benefícios à saúde conseguiremos adquirir”, diz a Profa. Ma. Keyth Sulamitta, do curso de Nutrição do Unipê. Atualmente existem milhões de bactérias que podem ser probióticas, com funções distintas. No entanto, é difícil quantificá-las, pois várias são descobertas diariamente.

Segundo Keyth, não existe uma contraindicação do seu uso, mas há casos que merecem cuidado: pessoas imunodeprimidas ou que estejam em condições críticas devem evitá-los. Muitas vezes, elas já estão internadas com infecções que podem ser fatais, em UTIs. “Há uma precaução quanto ao uso porque elas podem ter uma infecção oportunista pela ingestão desses probióticos. Essas bactérias devem ficar apenas no intestino, elas não devem ter capacidade migratória”, explica. Por sua vez, diabéticos devem ter atenção quanto a bebidas lácteas com adição de açúcar.

Bebidas

Outras bebidas conhecidas são a kombucha e o kefir. A kombucha passa por um processo de controle de fabricação, é rotulada e vendida. Já o kefir é feito de forma artesanal: a família (ou cepa) de bactérias probióticas é reanimada em alimentos que facilitam o seu desenvolvimento, como o leite. Quando a cepa cresce, uma pequena porção é doada entre quem a consome.

Apesar de econômico, o kefir pode vir com bactérias que trazem graves riscos à saúde, como infecções gastrointestinais. Assim, é ideal verificar a procedência da cepa. “Não sabemos a que ponto essas pessoas estão tendo controle na higienização correta do material que está sendo usado para fazer essa fermentação, se essa cepa é segura, se aquelas bactérias que foram doadas realmente são benéficas. Então existe sim o risco de contaminação”, diz.

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