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Análise cromática: como os profissionais fazem?

Especialista fala que o subtom da pele de cada pessoa ajuda a definir a paleta de cores

Virou uma febre entre os entusiastas da moda e até de quem não tem tanto conhecimento falar (e fazer) sobre análise cromática. Realçar a beleza individual de cada pessoa a partir das cores usadas nas roupas, nos acessórios e nas maquiagens é um trabalho minucioso, que requer ajuda profissional. Mas como se baseia esse trabalho?

A resposta está no conceito de colorimetria: essa ciência quantifica e descreve fisicamente a percepção humana da cor, sendo usada em diversos segmentos, desde a fotografia e o design até a arquitetura. Na moda, tem função com a análise cromática das pessoas feita por consultores e profissionais de styling – além de ser usado para criar a paleta de cores de coleções de roupas e acessórios.

“A harmonização cromática de looks e maquiagem valoriza a beleza natural de cada pessoa, enaltece seus traços, deixa o olhar mais brilhante e a pele luminosa. Esse conjunto de melhorias rejuvenesce e descansa instantaneamente a aparência da pessoa, resultando em mais autoconfiança e liberdade de expressão através da vestimenta”, diz a professora Valesca Sperb Lubnon, do curso de Design de Moda do Unipê.

“Pode-se observar o mesmo em relação à maquiagem, pois o maquiador faz essa arte no seu dia a dia, ele vê os rostos como telas em branco para executar suas obras, escolhendo com cuidado as cores que irão dar ainda mais destaque ao olhar e beleza da cliente”, complementa André Ricardo da Silva Nascimento, estudante do curso.

O que define a paleta de cada pessoa?

Os subtons quente, frio ou neutro, que são indiferentes à cor da pele, seja preta, amarela, branca, parda, entre outras. Valesca explica: nossa pele tem uma tonalidade aparentemente homogênea, mas cada uma é composta de forma única e se comportará diferente ao vestir algumas cores.

Para identificar o subtom, o dermatologista norte-americano Thomas B. Fitzpatrick, diretor do departamento Dermatologia da Escola de Medicina de Harvard, criou em 1976 uma classificação que observa a capacidade que a pele tem de se bronzear e sua sensibilidade e vermelhidão após o banho de sol:

– Se ficar bronzeada: subtom quente;

– Avermelhada: subtom frio;

– Pele que tem dificuldade de pegar cor (nem bronzeia nem fica avermelhada): subtom neutro.

Consultores e profissionais de styling usam também outra técnica: ver as cores das veias que aparecem próximo à pele. Se a veia for esverdeada, o subtom da pele é quente. O subtom é frio quando for azulada. Se tiver ambas as cores, o subtom é considerado neutro. “Isso quer dizer que se seu subtom é quente, você ficará ainda mais belo se vestir roupas de cores que tenham esse mesmo conceito, como o dourado, vermelho, laranja, roxos avermelhados e amarelos. Se seu subtom é frio, as melhores cores são os azuis, verdes e roxos azulados”, pontua Valesca.

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