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Aqui jaz um Brasil

“O povo brasileiro precisa se conscientizar que uma urna cheia de votos tem mais força que uma metralhadora R15. A nossa democracia começa a assemelhar-se tristemente ao pano que cobre um caixão onde já está apodrecendo o cadáver. Vivemos uma democracia formal, precisamos de uma democracia substancial. A democracia hoje no Brasil é simplesmente dizer o desencanto do povo, pelo povo, para o povo”. O desabafo feito pelo suplente de Senador, Tavinho Santos, no Twitter, reflete bem o sentimento de que “já deu”. Porque limite tem limites, porque é preciso dar um passo atrás, às vezes, para se caminhar dois passos à frente. Se isso significa renúncia ou impeachment da presidente Dilma Rousseff, que seja. Mas que também saiam todos os que lhe sucedem: Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha têm um pé na Lava Jato.

Aliás, se fosse feita uma faxina no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto. Certamente está sobrando alguém, mas que diante de tantos malfeitos, ainda não consigo visualizar bem. As fases da operação estão revelando e mostrando ‘paladinos’ até então imaculados, derrubando discursos. Hoje, não é apenas o povo pagando a conta, numa caderneta que não há mais folhas para anotar dívidas, mas o Brasil perante o mundo. Ontem pela manhã, me deparei com o noticiário internacional. A figura de Dilma está desgastada, e não há defesa que se sustente. Além disso, ainda tem quem ateie ainda mais lenha nesse fogo. Pessoas que também não são lá tão limpas assim. Se o discurso de que “estamos fazendo o melhor pelo País” é na vera, que seja mesmo.

De olho na Câmara

O vereador Lucas de Brito, que deixou o Democratas e acabou de assumir a presidência do PSL em João Pessoa, afirmou que, apesar de boatos de que seria pré-candidato a prefeito, ele não pensa em disputar a cadeira do Paço Municipal. Trabalha mesmo para se manter na Câmara da Capital.

Reeleição 1

Atual reitor da Universidade Estadual da Paraíba, Rangel Júnior já mandou o recado: “A vida continua em todos os sentidos e lugares e o tempo não para. Serei candidato ao cargo de reitor da UEPB”.

Reeleição 2

Rangel, que por pouco não foi nomeado, comenta-se nos bastidores, trava vez ou outra uma ‘guerra’ administrativa com o Governo Ricardo Coutinho.

CPI na berlinda 1

Ontem pela manhã, as informações nos corredores da Câmara da Capital é de que o presidente da Casa, Durval Ferreira, estaria vendo inconsistências nas assinaturas da CPI da Lagoa.

CPI na berlinda 2

A alegação seria de que muitos vereadores mudaram de legenda após a CPI protocolada. A pergunta é: isso influencia em alguma coisa?

À espera de um vice

O prefeito de Tavares, Ailton Suassuna (PMDB), continua sem definir o nome para vaga de vice na sua reeleição. O atual vice-prefeito, Hermógenes Albuquerque, já rompeu com o gestor e agora vai figurar como vice na chapa da oposição, encabeçada por Côco de Odálio (PSB).

PMDB e o retorno 1

Em Princesa Isabel, o PMDB quer voltar a ser protagonista. Comandado por Thiago Pereira, o partido estuda lançar candidatura. A legenda integra a base de apoio ao prefeito Dominguinhos.

PMDB e o retorno 2

O nome sugerido pelo senador José Maranhão, que preside o PMDB estadual, seria o o de Rosane Pereira de Sousa Soares, mãe de Thiago, que já foi prefeito da cidade.

Ares serranos

O presidente do PPS estadual e atual vice-prefeito da Capital, Nonato Bandeira, vai aproveitar o feriadão em Bananeiras para “esfriar” os ânimos políticos. Usará o tempo para refletir.

Engessado

Já o presidente estadual do PSDB, Ruy Carneiro, disse estar preocupado com o engessamento da política local diante do cenário nacional indefinido.

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