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Árbitros internacionais valorizam competição de judô dos Jogos Escolares da Juventude

Os Jogos Escolares da Juventude é pródigo em revelar talentos de todos os esportes. Mas isso não seria possível sem tantos profissionais gabaritados que trabalham para que os jovens atletas possam desenvolver todo o seu potencial. No judô, por exemplo, diversos árbitros internacionais participam da competição para alunos-atletas de 15 a 17 anos, que começou nesta sexta-feira, dia 11, no Centro de Convenções de João Pessoa.

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Nada menos do que seis árbitros que trabalharam nos Jogos Olímpicos ou Paralímpicos Rio 2016 estão na capital paraibana. Destes, quatro têm o maior nível de graduação da Federação Internacional de Judô (FIJ). Os quatro árbitros FIJ A que estão em João Pessoa são Aloísio Short, Jeferson Vieira, Leonardo Resende e Marilaine Ferranti.

Aloísio trabalha na principal competição escolar do país desde 1978 e é o profissional mais experiente dos Jogos Escolares entre todos os esportes. Ele viu de perto o crescimento da competição, que a partir de 2005 passou a ser organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e não para de crescer desde então.

“Arbitrei lutas do Aurélio Miguel, Rogério Sampaio, da Mayra Aguiar, Sarah Menezes e muitos outros grandes atletas quando estes ainda eram muito jovens. Vi de perto o crescimento do esporte no país e nos Jogos Escolares. Esse trabalho que o COB e a CBJ desenvolvem é muito importante. A competição é vista como prioridade, tanto que aqui em João Pessoa temos diversos árbitros internacionais e aspirantes a árbitro internacional. Aqui não tem nenhum iniciante não”, garantiu Aloísio, que está com 63 anos, e não perde um evento escolar.

Outro árbitro FIJ A que está trabalhando na competição é Jeferson Vieira, de 52 anos. Com mais de 30 anos de experiência na profissão, o carioca realizou o sonho da sua vida ao ser escalado para atuar nos Jogos Paralímpicos, onde os atletas são portadores de deficiência visuais e, por isso, as regras tem algumas adaptações.

“É a sensação de dever cumprido. Eu poderia ter ido à Pequim mas ainda não era internacional A. A arbitragem brasileira esteve muito bem representada pelo professor Chuno Mesquita (que também atuou em Londres 2012). A minha hora chegou e trabalhar nos Jogos na minha cidade foi uma grande emoção. Assim como os atletas, nós árbitros temos um ranking para trabalhar em Jogos Olímpicos e Paralímpicos e eu já estou ranqueado para fazer parte da equipe que vai trabalhar em Tóquio 2020”, disse Vieira.

São três os níveis da arbitragem internacional: Fij A, que trabalha em eventos globais, Fij B, em competição das Américas, e Fij C, em competições sul-americanas.

Os Jogos Escolares da Juventude são organizados e realizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), correalizados pelo Ministério do Esporte e Grupo Globo, com apoio do Governo da Paraíba e patrocínio máster da Coca-Cola.

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