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Autor do gol que tirou acesso do Bota-PB foi oferecido a clube antes de estrear no Boa-MG

O diretor executivo de futebol do Botafogo-PB, Giovane Martineli, falou na manhã desta quinta-feira (13), sobre o setor mais criticado do time dentro de campo em 2016: o ataque.

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Em entrevista ao programa Jogada RPN, o dirigente, que aguarda definição do clube para saber se continuará na função, defendeu os homens de frente, destacando o trabalho tático feito pelos jogadores.

“O torcedor cobra a falta de gols, mas tem vários fatores que influenciam. O jogador mais sacrificado na nossa equipe, pelo jeito que a equipe trabalhava, era o Carlinhos. Ele era muito exigido, tinha jogo no primeiro semestre que ele passava mal. Nosso atacante de lado tem que correr o tempo inteiro marcando o lateral, então há um desgaste muito grande”, explicou.

Segundo o Voz da Torcida, durante toda temporada, o Belo teve a defesa como seu ponto forte, mas o ataque deixou a desejar. Os artilheiros do clube no ano foram Warley e Muller Fernandes, com 9 gols cada. Carlinhos, que foi titular quase sempre, balançou a rede apenas três vezes. Vários nomes foram contratados par o setor, mas nenhum resolveu o problema.

“Tivemos no começo do ano o Daniel Cruz. Ninguém gostava dele, foi titular pelo Boa e conseguiu o acesso. O Pingo a mesma situação, foi para o Confiança e fez um bom jogo contra a gente. O Carlinhos tem um potencial muito grande, é um jogador que tem qualidade, foi observado por dois anos pelo Coritiba. O Danielzinho jogou um pouco abaixo, mas ele é ídolo do São Caetano, do São Bernardo, jogou Champions League pelo Chipre. Infelizmente não teve o rendimento que a gente esperava”, avaliou Giovane.

Martineli também revelou alguns nomes que a diretoria tentou contratar, mas por diversos fatores acabaram por não vestir a camisa do Botafogo-PB.

E a história da eliminação do clube na Série C do Brasileiro ganhou um tom de crueldade ainda maior. O gol sofrido aos 50 minutos do segundo tempo na segunda partida das quartas de final foi marcado por um jogador que foi oferecido do Belo, Gênesis, mas que não foi contratado pois Rafael Oliveira teve a preferência da comissão técnica e diretoria. Porém, devido a problemas físicos conhecidos, nem chegou a reestrear.

“O Gênesis foi oferecido a gente no mesmo momento que foi oferecido o Rafael Oliveira. Era um atleta que se destacou no Althos-PI e outro que foi artilheiro e ídolo da torcida. Optamos pelo segundo. Tentamos trazer o Fabinho, que está no Vila Nova-GO, mas ele não quis sair. Tentamos o Rodolfo, que foi para o Boa Esporte-MG. O Eliandro (Guarani), o Samúdio (Boa), nós também procuramos”, encerrou.

Às vésperas de sua eleição presidencial, o Botafogo-PB já iniciou conversas para renovar com o treinador Itamar Schulle e sua comissão técnica, além de parte dos atletas, já como parte do planejamento para 2017.

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