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Avião que caiu com Gabriel Diniz fazia voo irregular, diz Anac

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concluiu, na semana passada, que o avião que levava o cantor Gabriel Diniz da Bahia para Alagoas não tinha autorização para realizar o serviço de táxi aéreo. A aeronave, de propriedade do Aeroclube de Alagoas, caiu no sul de Sergipe, em 27 de maio do ano passado. Gabriel Diniz e os dois pilotos, Linaldo Xavier e Abraão Farias, morreram na hora.

Leia a nota da Anac:

A aeronave de matrícula PT-KLO, acidentada em Sergipe (AL), em 27 de maio de 2019, era de propriedade do Aeroclube de Alagoas, estava registrada na categoria “Instrução” e não poderia prestar serviço fora da sua finalidade, incluindo o transporte remunerado de pessoas. Após o acidente, a ANAC suspendeu o aeroclube e as respectivas aeronaves cautelarmente. Acesse aqui o posicionamento divulgado à época.

Conforme o resultado do processo administrativo para constatar o Transporte Aéreo Clandestino (TACA) e outras irregularidades, foram emitidos cinco autos de infração ao aeroclube, que estão em processo de julgamento. A Agência também emitiu ofício à Polícia Federal de Alagoas informando o resultado das apurações feitas pela ANAC.

As investigações sobre as causas do acidente são conduzidas pelo Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA II), de Pernambuco (PE), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), do Comando da Aeronáutica.

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