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Barracas s?o quebradas e retiradas pela prefeitura em mercado de JP; comerciantes marcam protesto

Cerca de 60 comerciantes do Mercado Central de João Pessoa tiveram as suas barracas quebradas e retiradas, na manhã deste domingo (17). A alegação da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) para a retirada dos comerciantes é de que esta sendo executado um plano de reordenamento dos vendedores dentro do mercado. Já os comerciantes, insatisfeitos com a medida, prometem interditar avenidas e queimar objetos na manhã da segunda-feira (18) para protestar contra a ação.

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A ação de retirada das barracas começou às 7h deste domingo. De acordo com o secretário da Secretaria de Desenvolvimento Urbano de João Pessoa (Sedurb), Hildevânio Macedo, os comerciantes retirados devem ser chamados para uma reunião.

“Nós demos início nessa semana com trabalho de organização e reordenamento aqui no mercado. Neste domingo, juntamente com outras secretarias, estamos fazendo o processo de limpeza do local. Durante a semana, iremos fazer um trabalho de reordenamento e de instalação dos comerciantes irregulares dentro do mercado”, afirmou o secretário.

Ainda segundo o secretário, a reordenação dos comerciantes é necessária para o adequação de espaço no local e um melhor acompanhamento das atividades por parte da prefeitura.

“Já identificamos a quantidade de pessoas que estão fora de box e estamos fazendo o levantamento da disponibilidade de box disponíveis para que aqueles comerciantes que desejarem desenvolvendo suas atividades aqui. Iremos juntos com eles buscar uma alternativa para que eles consigam comercializar, mas de forma organizada e de forma que a prefeitura possa acompanhar a atividade deles”, disse.

Em protesto, parte dos comerciantes que tiveram suas barracas quebradas e retiradas prometem realizar um protestos para chamar a atenção da prefeitura. De acordo com o vendedor Silvio, a intenção é de interditar e queimar objetos em avenidas próximas ao Mercado Central.

“Amanhã iremos fechar a Dom Pedro Segundo e tocar fogo. Isso não existe não, somos pais de família e a gente precisa. Isso é uma feira publica, não existe isso de não deixar ninguém trabalhar. Estão sendo retiradas uma faixa de 60 pessoas. Nos reunimos aqui, com os comerciantes, e vamos fechar a Dom Pedro Segundo, a Princesa Isabel para tocar fogo e protestar”, afirmou o comerciante.

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