O bebê que foi achado morto no dia 21 de setembro deste ano, em uma lata de lixo, em João Pessoa, morreu asfixiado. A conclusão parte do laudo da Gerência de Odonto-Medicina Legal (Gemol) divulgado nesta quarta-feira (30).
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De acordo com o médico legista e gerente operacional do IML, Flávio Fabres, o bebê, do sexo feminino, passou por um longo processo de asfixia antes de morrer, caracterizando assim a causa da morte como asfixia por sufocação indireta.
Segundo o titular da Delegacia de Homicídios, Reinaldo Nóbrega, a mãe da criança ainda não foi identificada e as imagens de circuito de câmeras da região onde o bebê foi encontrado não registraram a pessoa que abandonou a menina no tambor de lixo.
Para o delegado, esse caso é de extrema complexidade e pede um maior empenho da equipe na tentativa de encontrar a mãe da criança, para elencar informações da motivação do crime. “É importante também a ajuda da sociedade. Quem tiver dados que possam contribuir com a investigação policial pode ligar para o número 197 – Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Seds). A ligação é gratuita, não precisa se identificar”, frisou.
Após o laudo, o descarte de aborto e a confirmação de que o caso se trata de um homicídio ou infanticídio, a Delegacia de Homicídios está empenhada em descobrir quem é a mãe.
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