A proposta da presidente Dilma Roussef foi enviada ao Congresso Nacional no dia 3 de julho de 2014, mas, por causa da resistência de alguns políticos (inclusive da base aliada), a Câmara dos Deputados levantou a possibilidade de criar uma nova proposta para reforma política.
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Agora, Dilma acena para que a votação aconteça via referendo, ou seja, o Congresso Nacional aprova a lei e depois os eleitores decidem se a lei entra em vigor, como aconteceu em 2005, quando os brasileiros votaram contra a proibição da venda de armas de fogo e munições.
No plebiscito, por sua vez, a população é consultada primeiro, antes da criação da lei. Um exemplo recente de plebiscito aconteceu em 2011, quando os eleitores do Estado da Pará rejeitaram a divisão do Estado em três unidades territoriais.
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